sexta-feira, 20 de julho de 2012

Pequenos desejos


Bá, eu andei me lembrando esses dias duns troços meio sem noção que eu queria quando era pequena - tá, beleza, eu ainda sou pequena, mas eu quis dizer menor - e, antes que algum engraçadinho se adiante, dá pra ser menor que eu sou.

Desejo nº 1 - Tirar o cabelo de dentro da camiseta.
A minha mãe tinha o cabelo comprido, aí, quando ela vestia a blusa, tinha que puxar ele de dentro da gola. Eu achava aquilo tão... Tão... Tão foda *3* Sempre tive cabelo curto, quando era criança. Quando meu cabelo cresceu o suficiente, foi tão mágico *.* Nunca vou me esquecer. E, toda vez que faço isso, lembro.

Desejo nº 2 Forminha de brigadeiro de plástico.
Essa é pior ainda. Não sei se vocês sabem, é um círculo de plástico decorado, serve pra colocar entre o docinho e a forminha. Até aí, beleza. Mas um dia eu vi aquela praga, e perguntei pra minha mãe alguma coisa, não lembro direito o quê. Aí ela disse que aquilo era só pra festa de 15 anos. E eu fiz questão de ter aqueles troços nos docinhos dos meus 15 anos.

Desejo nº3 Brincar com uma maquete
Quem nunca? Mas esse eu, infelizmente, não consegui realizar. AINDA.

Bom, por hoje é só. E vocês, já sonharam com alguma coisa besta?

Ps: Tem um desejo nº4: receber um monte de comentários. Ajuda?


terça-feira, 19 de junho de 2012

O Santo e a Porca - Ariano Suassuna


Bom, novamente estou aqui com um livro lido. Mas eu queria contar uma historinha pra vocês, antes. Eu peguei o Madame Bovary, do Flaubert, pra ler.  O Eça de Queiroz (que é homem) "imitou" o livro do Flaubert e escreveu O Primo Basílio. Aí, eu, que não li O Primo Basílio, tava pensando, " por que diabos alguém perderia tempo imitando o livro de alguém?" A resposta tava no Floripa Letrada, ontem. Era o livro "O Santo e a Porca" de Ariano Suassuna. O livro, segundo o autor, é uma "imitação nordestina de Plauto". E eu conheço a comédia imitada. É a Aulularia ("comédia da marmita" em Portugal. Literalmente, significa "pela panelinha"), uma história dum velho rico que tem uma panela cheia de ouro e fica esganando e achando que todo o mundo vai roubar ela dele e a filha dele tá grávida solteira.

Bom, a história é basicamente a mesma, só que a guria não tá grávida, só tá armando pra casar com o cara que ele gosta.

Só que o livro é diferente. Tem o mesmo tom e tudo, mas é diferente. Não sei explicar. Mas é tão legal que eu li em dois dias, mesmo com tudo que eu tenho de fazer =D

Leiam os dois, viu?

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Salão de Beleza


Leia a parte anterior aqui
Bene, e aí noi fomo pro tal salon, io fui dirizindo e fiquei oiando o Des tremendo de medo ché a Jessie matasse ele.

Des - É aqui, entraqui, entra.

Io nem parei o caro direito e ele saltou fora pra olhar as mano da zia dele, ver se ela non tava com o anel. E non tava.

-Tia, essasão a Eli e a Jessie, queu falei prasenhora.

E a tal da zia parlava ainda piú presto. Io cumprimentei ela (non entendi a resposta, ma assei melhor non insistir) e saí dali.

Dech - Viu, Fabio? Alguma periguete deve ter levado ele.

Fabio - Non sei non.

Dech - Todo mundo na Itália é certinho?

Fabio - Se tu queria te matar, era só mi avisar.

Dech (fica quieto e aí olha pra porta do salão) - Tá vendo aquela gostosa ali?

Fabio (olha) - A lora de biquíni?

Dech - Ela tá de short.

Fabio - 0o

Dech - Quer ver como eu pego ela?

Fabio - Non, non quero. Vita tua, problema tuo, moglie tua.

Dech - Não quer nem saber o nome dela?

Fabio ¬¬""" Tá bene, vou oia tu pegando a lora-de-short-ché-parece-biquíni.

E io assei que ele non ia querer mia "azuda" ma ele foi com me até a tal da lora.

Dech - E aí, Patty, passeando?

Patty - Ai, nem vem, Dech, queu tô comprometida (mascando chiclete com a boca aberta). Olha só o anel que o MEU amor me deu.

E io dou uno cioccolato pra chi advinhar QUAL era o benedito anel.

Fabio - Uno belíssimo anel, signorina.

Dech (de boca aberta)

Patty - hihi

Aí io peguei a mano dela pra bezar pra ter certeza de ché era o benedito anel memo. E era.

Dech - FABIO, OQUEAGENTEFAZAGORA????? EUVOMORREELAVAIMEMATAREUVOUMORRER

Patty - O.o

Fabio - Calma, Des. Io giá pensei em qualcosa.

Dech - Vai roubar o aneli dela? Tu éch tão inteligente!!

Patty - Roubar... Meu anel...?

PORCA MISÉRIA.

Fabio - Non, signorina, ele quis dizer... erm, erm, erm, bene, erm....

Aí ella entrou corendo no salon, com medo que io robasse o anel dela.

Patty - Tem um ladrão bonitão lá fora (arfando)

Zia - Sefosseumestupradortunãoligava, né?

Eli - Ladrão?

Jessie - O Fabio e o Dech tão lá fora.

Eli - Fabio, visse algum ladrão por aí?

Fabio (entrando no salão) - Non, a moça entendeu mal.

Patty - O DECH MESMO FALOU QUE TU QUERIA ROUBAR MEU ANEL MARAVILHOSO QUE O MEU AMOR ME DEU!

Fabio - Non, moça, foi uno malentendido.

Zia - Ah, oanelquelaviviaexibindo.

Jessie - Meu noivo também me deu um anel, posso ver o teu?

Eli - Fica tranquila que o Fabio nunca iria fazer um negócio desses. 

Dech - FUDEUFUDEUFU... (Fabio tapa a boca dele)

Fabio - Sí tu fechar a boca, noi resolve questo.

Jessie - MAS ESSE ANEL É O MEU ANEL!!!!

Patty - Não, esse anel foi o meu amor que me deu!

Jessie - MENTIROSA!! Aqui tá escrito "Nílson e Jessie"! A LADRA AQUI É TU!

Eli - Olha o sujo falando do mal lavado.

Fabio - Non, vomo se acalmar. O Dech tinha assado o anel da Jessie, e colocou no borso pra devolver pra ela. Ma ele perdeu o anel e a Patty deve ter assado.

Patty (abriu a boca pra dizer alguma coisa, mas viu que era pior e calou a boca).

Jessie (pega o anel)

Eli - Puxa, obrigada por achar o anel (olha pro Fabio e quase diz "eu sei que tem alguma coisa podre no reino da Dinamarca"). Como a gente pode agradecer?

Patty - Não precisa (e sai correndo. Todas no salão tavam rindo dela.)

Manicure - Bem-feito pra ela! Vivia aqui "ui, meu anel, morram de inveja".

Fabio (puxa o Dech prum canto) E ora sega de azudar o Nílso, ouviu?

Dech - Mach... mach...

Fabio - O io te dou unas porada!


Como io tegno unas duas vez a altura dele, asso ché ele vai desistir.




domingo, 3 de junho de 2012

Come on, death


 Bom, povinho, aqui é a Elizia (quem sentiu saudades de mim levanta a mão _o__o__o__o__o__o__o__o__o__o__o_o/ Tá, mãe, eu já sei). Bom, eu não sou fã de Nirvana, nem gosto, na verdade. Mas, quando eu li a epígrafe, na biografia do Dave, fiquei cheia de pensamentos maléficos e me decidi a escrever essa fic.  Mas é claro, eu não sabia nada de nada de Nirvana, então a minha amiga fofíssima Jéssica e a minha filhota Milly me ajudaram (a Jéss me ajudou mais, na verdade). Eu queria dedicar essa fic a todos os fãs de Nirvana que são meus amigos (e são fãs de verdade, não os que ouvem Smells Like Teen Spirit e compram a camiseta e saem dizendo que amam Nirvana) e principalmente as duas lindas que me ajudaram. 

Além disso, eu queria oferecer a todas as fãs de yaoi e de garotos-lindos-de-cabelos-compridos.
E, agora, aos avisos: primeiro, essa fic é yaoi lime. Traduzindo: vai ter insinuação de sexo entre dois homens, mais especificamente, Dave Grohl e Kurt Cobain. Nessa ordem. Se você for menor, não gostar de yaoi, de lime, de Nirvana, ou pior, ter horror a insinuações de que o Kurt é gay, por favor, feche essa página e vá fazer outra coisa. 

Segundo: eu não acho o Grohl um baterista medíocre, como diz na fic. Eu não entendo nada de bateria pra afirmar um negócio desses, e conheço Nirvana menos ainda. Quem se acha medíocre é ele, eu andei lendo umas coisas na internet em que ele dizia que o Kurt achava ele ruim. 

Terceiro: tudo, absolutamente tudo, que tá escrito aqui é ficção. Eu não inventei tudo, mas não tenho compromisso nenhum com a verdade. O que aconteceu entre os três é problema deles.
Por último: deixe review. Eu gosto, e pra ti não custa nada.

“Alguém telefonou pra mim e disse que Kurt havia morrido. Perdi o rumo.”
 Dave Grohl
Come on, death

Fechou os olhos, deixou cair a mão, o fone pendeu. Não acreditou no que ouvia, nem quis. O mundo girava ao redor, numa velocidade alucinante. Aquela voz desconhecida gemendo em sua cabeça. Mergulhou numa espécie de torpor, um sonho vazio e distante, como se visse a si mesmo em terceira pessoa. E fosse um honesto nada. 

Mordeu o lábio. Viu aqueles cabelos loiros caírem, ou melhor, escorrerem dos ombros magros. Abriu a boca, mas nada disse. Não conseguiu, nunca conseguia. O guitarrista, ajoelhado, riscava alguma coisa num papel. 

-Melhor mudar essa parte, está ridícula.

E não era agora que ia falar. Kurt não estava preocupado, não queria saber sua opinião. Melhor: queria que ele se danasse.

Ergueu a cabeça de novo, voltando a tocar, sem dizer nada. E pra quê dizer? Para ser entendido por um imbecil?  Dave mergulhou de volta na música. E na voz, ah, a voz...

Rape me, rape me my friend
Rape me, rape me again

Pensou em obedecer, por que não? Sentia o coração parar só de imaginá-lo tremendo de medo, um filete estreito de sangue no canto dos lábios, os olhos grandes assustados. Nas suas fantasias mais secretas, Kurt era um viciado em dor, desesperadamente viciado. 

Quando pensava nisso, tentava caprichar mais no que fazia, tocar como ninguém nunca tinha tocado antes, como um deus da bateria. Mas acabava parecendo ridículo, um verdadeiro palhaço com baquetas. E, ao olhar de censura do guitarrista, acabava se rendendo, seria para sempre um baterista medíocre e impotente.
Tentou se levantar da inércia, mas a cabeça ainda girava. Queria fazer alguma coisa, comprovar se era mesmo verdade, ou se não fora um grande patife que o queria enlouquecer com aquela ligação mentirosa e descobrir que o guitarrista estava vivo, afinal. Mas não conseguia, seus membros não obedeciam, estava colado ao sofá como nos domingos preguiçosos, mas, dessa vez, a preguiça não era boa.  Fez mais força, mas acabou vencido pela dor e pelo desânimo. 

Sentando-se na borda da cama, acendeu um cigarro. Pensou em dizer alguma coisa, talvez uma frase boba e romântica e leve, para quebrar o clima tenso que sempre se instalava entre eles quando faziam sexo ou para, talvez, até – que sonho - fazer Kurt sorrir, mas, vendo o olhar frio e distante dele, preferiu se calar. O vocalista estava deitado na cama, o rosto voltado para o teto, mas, provavelmente, não via nada, imerso que estava em si mesmo. Dave se lembrou que, por muito tempo, teve o fetiche de, depois de tudo, o cigarro aceso, o louro se aproximar dele, circundar-lhe a cintura com as pernas e apoiar a cabeça no seu ombro. No sonho, virava o rosto e olhava para ele, vendo-o (céus!) sorrir. Aproveitava a proximidade para beijá-lo, dessa vez sem a urgência do corpo, mas com carinho.

Tolice. Para Kurt, ele era só o corpo, um escravo com a obrigação de satisfazê-lo incondicionalmente.

Aquela vez ia ser diferente. Terminou o cigarro, jogou-o fora. Engatinhou pela cama até o colega, que, parece, nem o viu. Fez-lhe um carinho leve na coxa esquerda, por dentro. Aí, sim, foi notado. Recebeu um olhar indiferente, como se a coisa não se referisse ao corpo do Cobain, mas a qualquer outra coisa, do sol que fazia lá fora à última fofoca de uma celebridade aleatória. Algo como “pode fazer, eu não tenho nada com isso”. Um estupro sem reação. Desistiu. Embora sonhasse em estuprá-lo, nunca conseguiu ser rude com ele.

Vencido, adormeceu.

Kurt agarrou-o pelo braço, puxando-o com força:

- Dave, o Krist já foi, né?

-Acho que sim, respondeu, assustado.

-Então me beija.

E não pôde dizer nada. Teve os lábios capturados num beijo louco e a cintura, agarrada por duas pernas com força. Cobain estava sentado numa mesa. Entregou-se ao beijo, mesmo assim, abraçando-o, deslizando as mãos pelas costas dele.

- Kurt... Não é estranho fazermos isso aqui?

O guitarrista lambeu de leve o queixo do amante:

-Não é esse o lugar mais propício para dois músicos se divertirem?...  
Dave riu, enfiando os dedos dentro do cós das calças do companheiro.  

-Vem... sussurrou o louro, com luxúria.

O baterista obedeceu. Sim, meu amo e senhor, sim. Cobain gemia sem parar, repetindo vem, vem, vem, como um mantra, extasiado e submisso, só de camiseta, a boca molhada de suor.  

Grohl deu um pulo do sofá, sentindo algo se mexer dentro de si só com a lembrança das coxas brancas separadas e do guitarrista ansioso. Ansioso, ajoelhado, trêmulo, mas nunca submisso. Kurt parecia estar sendo servido por algum escravo bem treinado. E Dave nem poderia afirmar, com certeza, se estava sendo bem servido. Bom, o guitarrista nunca reclamara. 

-s-s-s—s-s-s-

Então, eu decidi. Decidi que vou sair desta casa, deste inferno de solidão, onde tudo que eu faço é me sentir sozinho e te amar sozinho. Se você não me quiser, e talvez não me queira, e nem posso obrigar que me queira, eu vou morar em algum lugar qualquer, junto com a minha filha. Não posso deixá-la sozinha com a louca da Courtney.

“É estranho que eu queira ir morar contigo? É um pequeno grande sonho que eu acalento há muito tempo. Isso tudo porque eu te amo. E eu quase morro quando você me segura, e me morde... Meu coração parece parar, de tanto que pula. Dói tanto pensar que eu sou, para você, só uma diversão, só um corpo que se oferece e se deixa tomar, não é?

“Mas metade de mim acredita piamente, como uma menininha apaixonada, que não é assim que você pensa. Que, quando você me toma, com toda aquela fome que eu sinto dentro de mim, você me ama secretamente, e não tem coragem de se declarar.”

Aborrecida, Courtney abandonou os papéis que lia para atender ao bebê que chorava. E esperou, pacientemente, até a criança sentir-se satisfeita de alimento, para retomar a leitura das folhas malditas.

“Eu sei, Dave, que não parece que é verdade o que eu estou te dizendo, porque eu nunca demonstrei nada mas é a mais pura verdade. Eu te amo desesperadamente, e, mais do que isso, fico louco só de cogitar a ideia de você enjoar de mim.

“E eu queria que você soubesse disso, e foi por isso mesmo que escrevi essa carta, porque falar é tão difícil e tão doloroso e eu tenho medo que você me interprete mal, mas talvez escrever seja pior, não é?”

E Love parou nessa parte, dando uma gargalhada cínica. É mesmo, Kurt, é pior mesmo. Conteve o impulso de fazer um carinho no cabelo dele.

-Você está lindo, meu querido...

Realmente, se não fosse o sangue que ainda escorria do ferimento na têmpora, podia-se dizer que Cobain simplesmente dormia. A mulher, ainda sorrindo, queimou a carta que acabara de ler, jogando as cinzas na privada.

-Eu sou uma menina má, Kurt. Aquele seu namoradinho vai achar pra sempre que você não gosta dele, e a culpa é minha.

Gargalhou de novo.

-E agora, querido, todo o mundo vai pensar que você se matou. Que maldade, né? Tadinhos de vocês.

Ajeitou o bebê no carrinho.

-Nós vamos passear, mas papai vai ficar em casa. Diga tchau para o papai... Vamos demorar a vê-lo de novo... No inferno.

A criança achou que o pai realmente dormia e balançou as mãozinhas em despedida.

-Tau, papai.

Courtney saiu, rindo, vingada finalmente da traição.

-c-c-c-c-c-

Então, deixem reviews, comentários, likes, divulguem no facebook, mostrem pra todo o mundo, deixem o planeta saber que eu existo.
Ou não.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Banco de fotos (não postar)

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domingo, 27 de maio de 2012

Anéis


Leia a primeira parte aqui

Enton. A Eli contou pra voi ché o Nílson pediu a Jessie em casamento. O ché voi non sabe é ché ela ficou namorando o tal do anel (e ainda tá).

Dech - Cara, ela ficou tão felich co aneli que tu desse pra ela, cara.

Nílson - É, prova que eu tenho bom gosto =D

Fabio - É, tá ton felice ché parece ché ela só quer casar por causa do anel.

Nílson - Não tem problema, é falso mesmo.

Fabio e Dech - QUÊ?!

Nílson - É falso, pô. O que cês esperavam? Eu tou há meses sem receber do XV!

Dech - Trollasse ela direitinho xD

Fabio (facepalm) Io ainda vou descobrir se voi sono buro o molto buro.

Dech - Por quê?

Fabio - Alguém qui giá pensou o ché ela vai fazer quando descobrir que o anel è falso?

Dech - Erm... Não.

Nílson - Ela não vai descobrir, cara. Nem tem como.

Fabio - Quero só ver.

Nílson - Só se vocês contarem. E se tu contar pra Elizia, ela vai contar pra Jessie.

Fabio - Non vou contar. Ma tu devia.

Nílson - Qualé, deixa de ser certinho. Eu nunca vou poder dar um anel com um pedrão daqueles de diamante, a menos que eu vá jogar no Barcelona. E assim ela fica feliz do mesmo jeito.

Fabio - Quilo é vidro?

Nílson - É sim.

Fabio - E se quebrar? Diamante non quebra.

Nílson - Não enche o saco, valeu?

Aí io meio ché me esqueci da história, até perché io non tou nem aí pra aneli e tal, ma o Dech non.

Dech - Fabio, tou preocupado co Nílso.

Fabio - Ma per ché?

Dech - Eu vi o James falando em vender o aneli. O cara que for comprar vai saber, não vai?

Fabio - Non acredito ché ela venda, ma vai.

Dech - Mazaí ela vai matar ele!

Fabio - Non é problema mio. Ele foi avisado.

Dech - Mazele é nosso amigo!

Fabio - Tá bene, tá bene. O ché tu pretende fazer?

Dech - Não sei. O inteligente aqui é tu, pensa em alguma coisa.

Fabio - ¬¬"" (depois tem uma ideia) Óia, some co anel.

Dech - Hain?

Fabio - Se ele sumir, ela non vai descobrir ché è falso.

Dech - Pô, cara, é verdade. Valeu aí!

Ma è lózico ché io pensei ché ele NUNCA ia conseguir roubar o anel. Só ché, no giorno seguinte...

Jessie - Eli, tu viu meu anel? Ele desapareceu!

Eli - Procura direito, tem que tar onde tu deixasse.

Jessie - Não tá! Evaporou!

Eli - Vê se o Emo não buliu com ele.

Emo - SEMPRE EU!

Eli - Bá, se não foi ele.... Mas deixa, depois que a gente voltar do salão eu te ajudo a procurar. Tamos atrasadas.

Jessie - Tá bom, tá bom.

Eli - Fabio, vamos junto?

Fabio - Salon de beleza non .-.

Eli - Mas o Dech vai levar a gente no salão da tia dele. Aí tu aproveita pra conhecer os pescadores e talz.

Fabio - Sendo assim, vomo.

O Dech tava por ali. Pussei ele pelo braço:

-Por acaso, tu non sabe nada sobre o anel desaparecido?

Dech - Eu sumi co ele, que nem tu falasse.

Fabio - MA CHÉ?!

Dech - Não se preocupa, elas nunca vão encontrar.

Fabio - Asso buono. Tu giocou ele fora?

Dech - Não, larguei no salão da minha tia. Alguma periguete deve ter pegado ele.

Fabio -Salon da tua zia? Por acaso é O MEMO SALON PRA ONDE TU VAI LEVAR AS DUA?!

Dech - Por acaso é sim.

Fabio - Dio mio, per ché me hai abandonato?

Dech - Quê?

Fabio - Tu nunca imazinou ché elas pode encontrar?

Dech - Como?

Fabio - E se tua zia encontrou e tá usando, figlio de p###?!

Dech - FUDEU FUDEU FUDEU FUDEU  e agora o que eu faço?

Fabio - Te vira.

Dech - Nããããããão Faaaaaaaaaaaaaaabio me ajuda

Fabio - Te vira.

Continua aqui~


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Churrasco



Fabio - Eli, ainda tá dormindo?

Eli - Não, não, mas me deixa ficar na cama só mais um cadinho.

Fabio - O Nílson convidou noi pra almoçar fora, vomo?

Eli - Não quero comer (esconde a cabeça embaixo do travesseiro)

Fabio - Ma zá è quase mezzo giorno e tu tá ainda na cama. Sai daí, vomo (fazendo um carinho no ombro dela).

Eli -Eu não tou com fome. Vai tu e depois me conta o que comeram.

Fabio - Noi vomo nuna surascaria.

Eli - Só de pensar em carne me dá uma ânsia de vômito.

Fabio - O ché tu tem, afinal?

Eli - Enjoo, pára de mexer em mim, pára!

Fabio (se afasta dela de repente, fica quieto uns segundos, meio zonzo) - Tu tá enzoada?

Eli - Tou, tou. Agora pára de me perguntar, me deixa ficar quietinha, deixa.

Fabio (hesita antes de falar) - Tu tá grávida?

Eli (joga o travesseiro de lado, se levanta e olha pra ele) - Bebeu, cara?

Fabio - Non, é que...

Eli - Não, não tou, se esse é o teu medo (aborrecida).

Fabio (tira o cabelo do rosto dela) - Óia, se tivesse, ia ser até bello (sorrindo).

Eli - É, mas eu não tou. Até vou comer essa porcaria de churrasco pra te provar que eu tou ótima (levantando. Quase cai)

Fabio - Se tu quiser ficar, non tem problema, tá bene?

Eli - Eu vou, porra. (catando a roupa)

Fabio (abraça ela por trás) - Non fica assim, Eli.

Eli - Pára, Fabio, por favor,  eu não tou bem. (esfregando o braço no rosto)

Fabio (beija o cabelo dela) - Tá bene, scuza. (senta na cama)

Eli (se vestindo) O que deu no Nílson que ele quer comer fora?

Fabio - Non sei, pero tenho uno palpite.

Eli - O quê?

Fabio - Non posso parlar.

Eli - então ele te disse. Mal comigo não falar, hein?

Fabio - Eli...

Eli (selinho nele) Tá bom, tá bom, vamos?

-s-s-s-s-s-

Churrascaria.

Nílson (se levanta, com um copo de coca-cola na mão) - Então, pessoal, já que tá todo o mundo reunido aqui (e eu queria agradecer ao Fabio e ao Kakashi,porque não encheram a cara ainda) e fazer um pronunciamento.

Jiraiya - Pronunciamento com Coca-cola? Manda vir um champagne!

Fabio - Davvero!

Eli - Cês tão todos mancomunados ou é impressão minha?

Nílson - Então, o meu pronunciamento é o seguinte: Eu resolvi, de uma vez por todas, tomar jeito na vida.

Naruto - Bá, vai ser político? Já tá até fazendo pronunciamento pra contar mentiras!

Eli - Mas, sendo jogador de futebol, ele já faz: "ano que vem nós ganhamos esse campeonato".

Nílson - Não, é sério dessa vez. Jessie, tu quer casar comigo?

Jessie (paralisada)

O Dech começa a bater palmas:

-Max tu éx corajoso, hein? Já pensou o mico si ela recusa?

Jessie (pálida)

Nílson - Pensei, cara, pensei. O burro aqui é tu. Jessie, eu queria que todo o mundo soubesse o quanto eu te amo.

Naruto (sussurrando) Sasu-chan, vamo dar uma escapadinha? Aqui tá chato .-.

Emo (encantado) Quando que tu vai fazer isso comigo, Naruto? *.*

Naruto (pensa) Se depender de mim, nunca (mas não fala nada)

Eli (cutuca a Jessie) Reage, guria. Tá parecendo o Ínter.

Jessie (sacode a cabeça, parece ter recobrado os sentidos, mas ainda não fala nada)

Nilson (mostra um anel) Casa comigo?

Jessie (pula nele) CASO!

Todo o mundo começa a bater palmas.

Depois que os dois se sentam, o Fabio chama o garçom:

-Ora noi pode beber, né?

Eli - Quero ver quem vai levar a gente pra casa.

Fabio - Io te levo no colo!

Eli - Não, obrigada, gosto de viver.

Jessie - Que anel lindo, Nílson!

Nílson (tinha aproveitado que o XV enfim tinha pagado o salário atrasado dele) É né hehe (bad poker face)

Enquanto tá todo o mundo conversando,  Naruto enfia a mão por baixo da mesa e começa a mexer nas coxas do Emo.

Emo - Naruto, pára!

Naru - Fala baixo, senão vão ouvir (sacana)

Emo - Mas eu quero MESMO que tu pare.

Naru (okay face) 

 -x-x-x-x--x-x
Leia a segunda parte aqui.