quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Nos bastidores da Ópera




Então, pessoal. Eu li O Fantasma da Ópera pra fazer uma resenha pra faculdade, e, como tou com preguiça de escrever outra coisa pra vocês, vou publicar isso mesmo. Espero que vocês tenham uma mínima vontade de ler o livro depois disso.

Nos bastidores da Ópera

Quando fui “incumbida” de ler O Fantasma da Ópera, conhecidíssima obra de Gaston Leroux, cuja mais recente tradução, de Gustavo de Azambuja Feix, foi publicada pela L&PM Pocket em 2012, fiquei meio desapontada, confesso, porque já havia assistido ao musical de comemoração dos vinte e cinco anos da peça no Opera Hall, e, portanto, sabia o final.
Lendo o livro, porém, o meu desapontamento desapareceu, em parte graças à excelente tradução, que é fluente, sem deixar-nos esquecer de que se trata de uma obra que completou 100 anos em 2011, e em parte pelo próprio enredo, envolvente. Tão envolvente que eu li as 330 páginas do livro em pouco mais de uma semana!
Conhecendo mais sobre o autor, no entanto, podemos entender a razão disso: ele, nascido em 1868 em Paris, foi jornalista investigativo, usando esse conhecimento para dar realismo às suas histórias, além da influência dos escritos de Edgar Allan Poe e Arthur Conan Doyle.
Chega de enrolação, senão os meus leitores vão largar essa resenha e comprar o livro, que, aliás, é muito mais interessante, e vamos ao que interessa: a sinopse da história. No início do livro, somos apresentados à Ópera de Paris, que acabara de trocar de direção. A Ópera era, já havia algum tempo, assombrada por um suposto fantasma, responsabilizado por tudo de estranho que acontecia lá e que ainda exigia salário, caso contrário, mais coisas estranhas aconteceriam. Esse fantasma é o mesmo que se torna parte de um macabro triângulo amoroso, junto aos amigos de infância Christine Daaé, uma jovem cantora, e o visconde Raoul.
O pai de Christine, quando ela era criança, contava-lhe contos de fadas e, ao morrer, prometeu enviar o Anjo da Música para assisti-la. Aproveitando-se desse fato, o fantasma se passa pelo Anjo e se aproxima de Christine. Ao perceber, porém, o amor da moça pelo visconde, o Fantasma teme ser rejeitado e a rapta.
Para terminar, esse é um livro que todo mortal deveria ler, até mesmo quem já assistiu ao musical, porque, obviamente, não dá para colocar em cena tudo que vai num livro deste calibre. Fora que o conhecimento do final não atrapalha em nada a leitura do texto. Além disso, os fãs de suspense e mistério (além, é claro, de romance), vão se sentir em casa.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Despedida dos Ídolos

Tem o autógrafo do Túlio ali no cantinho, se aumentar a imagem talvez dê pra ver. (clique nela)


Pra ninguém reclamar que eu não tenho mais falado de futebol (e nem atualizado mais o blog), venho a vós trazer as minhas aventuras na Despedida dos Ídolos Fernandes e Wilson, do Figueira.

Então. Quando eu soube que ia ter, pensei na hora "nesse eu vou, nem que seja sozinha". Dava pra se inscrever pra jogar com eles, mas não, né? Planejei tudo direitinho. Ia sair da aula 4:30 (a aula acaba 5:00, mas eu ia dizer pra professora que tinha um compromisso urgente e inadiável), pegar o ônibus 5:15, chegar em casa dez pras seis, comer e ir. Perfeito? Perfeito.

Só que não teve aula! (siiiiiiiiim, a sorte tava do meu lado). Aí deu tempo de dormir depois do almoço (eu fui trabalhar, tá?).

Bom, cheguei lá seis e meia. Tinha tanto colorado naquele lugar! Mas aí eu descobri que eles jogam das 7 ás oito da noite lá, os colorados de vermelho contra os de branco. E o time branco tinha um goleiro muito gato xD. Descobri onde ia ser o jogo, me acomodei e peguei o celular pra jogar enquanto esperava. O Wilson chegou antes das sete! (ele tem tipo uns 2 metros de altura, nada surpreendente, mas né). Eu consegui autógrafo e o meu pai apareceu magicamente  e tirou foto minha junto com o goleiro o////// (depois posto)

Aí começou o jogo. Os torcedores sorteados (cagados, né? tinha dez vagas e foram mais de mil inscritos. E imagina ganhar uma camisa daquelas! e os dois ainda autografaram.) tavam com as camisas, a do time do Fernandes era preta, todas com número dez e o nome dele e as do Wilson eram brancas e com o número 1. O primeiro gol foi do Wilson (é,ele tava jogando na área #comoisso?), mas o time do Fernandes ganhou as duas vezes. Foi só o Wilson trocar de time (ele foi pro time do Fernandes no final do jogo) pros caras começarem a fazer gol (será que agora que ele saiu, o Figueira volta a ser a máquina de sempre? Duvido, mas né).

O Túlio tava lá mas não jogou. E me deu autógrafo também. o/

Teve homenagem também, muito legal. Acabou quase 10 da noite. E eu não peguei autógrafo com o Fernandes porque tinha muita gente e eu tava cansada. Tipo, ele ia autografar pro pessoal lá onde a gente tava mesmo, até deu alguns. Tava quase na minha vez quando disseram que era pra ele ir pro outro lado que ia ter fila e tal. E não faziam fila. Aí eu resolvi vir embora.

E, pra finalizar, as matérias oficiais:

O primeiro aviso: http://www.meufigueira.com.br/despedida/

Aqui, fotos das camisetas: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/horadesantacatarina/19,792,3966280,Com-1-010-inscritos-para-seis-vagas-Fernandes-e-Wilson-se-despedem-do-torcedor-alvinegro-em-jogo-nesta-quinta-feira.html

Aqui o que publicaram depois do jogo: http://www.meufigueira.com.br/2012/11/despedida-dos-idolos-misturou-emocao-e-descontracao-em-uma-so-noite/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+meufigueira+%28Meu+Figueira%29

Comentem pra eu lembrar de postar as fotos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Iuxta Libra

Fic feita de presente pro Rafael Silva, que fez aniversário esses dias aí. Eu não postei antes porque não tinha tido a brilhante ideia de escanear a fic e não tinha tempo pra digitar. O scaneamento ficou pior que a minha letra (se vocês conseguirem entender). Que seja.


Fic original, com personagens originais. Espero que curtam e deixem reviews, se conseguirem ler. =D













Desculpem o Lei etc etc, é que eu escaneei no scanner da BU (sou pobre, não tenho scanner) e eles põem isso porque é pra escanear livros e tem aquela porcaria de direitos autorais e panz.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Abbey Road

Então, gente. Tava eu passando na frente do TICEN, quando uma mulher me entregou uma cartilha ensinando a piazada coisas sobre trânsito e panz. Até aí, tudo bem, até porque, quando eu tinha essa idade (uns sete anos, sei lá), tinha disso também.

Bom, e daí? E daí que tinha uma parte ensinando a atravessar a rua. E aquela velha ladainha de sempre: olhe pros dois lados, espere o sinal de pedestre ficar verde, etc. etc. Eu parei quando ensinava a atravessar a rua em bando: andem em fila indiana. Aí, na hora, eu lembrei disso:




Ou não?

Ps: agora todo o mundo já tirou foto desse jeito. Acho que vou tirar a minha, só preciso pensar num jeito criativo de copiar eles kkkk

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

I ♥ skate


Eu escrevi essa singela fic pra minha amiga Yuuki Kishimura, que tá de aniversário hoje!
 Yuu, eu sei que a fic tá pequenininha, mas foi o que eu consegui fazer ^^ Espero que tu goste!

Pros estranhos: shonen-ai (dois meninos namorando), original (não copie, por favor). Não lê se não gostar, valeu?

I ♥ skate

Fiquei olhando pra ele de longe, ele estava rindo e brincando com os amigos, o skate às vezes caía no chão, fazendo um barulho seco e alto.  Cada pancada era uma parada do meu coração, como se ele estivesse dizendo que não me amava.

Sorri, tentando me convencer de que era só noia minha, ele iria me amar para sempre.

Ele veio em minha direção, carregando a prancha, se curvando na minha direção e sussurrando em meu ouvido, baixinho:

-Hoje te ensino a andar de skate.

Sorri, pronto para repetir pela milhonésima vez a desculpa:

-Eu tenho medo.

-Vai ter mesmo se eu te abraçar forte e ficar junto?

-A última vez que você me disse isso, eu fiquei sem andar um tempão.

Ele riu e me beijou. Decidi aceitar as aulas de skate.

-s-s-s-s-s-s-s-

E aí, vale review?


domingo, 29 de julho de 2012

Até que tudo tenha dado certo

Eli - Fabio, estamos com problemas.

Fabio - Io non gosto de problema. Ma o ché è?

Eli - Nossa filhota tá de aniversário

Fabio - Oh god why
Eli - Então, ela me pediu pra fazer uma fic yaoi de South Park de presente.

Fabio - Vo comprar uno iPhone pra ela.

Eli - Ah, meu Deus, deixa de ser chato. Mas eu consegui convencer ela a trocar de casal.

Fabio - Enton vai ter bambine no meio?

Eli - ui, credo, Fabio, deixa de ser machista. Vai ser de Nirvana.

Fabio - Piorou. Io vou deserdar ela, giá, giá.

Eli - Tu ouve Skid Row e tá reclamando da nossa filhota?

Fabio - Tá bene, tá bene.Ma per ché io tenho ché azudar? Sama a Jessie pra fazer a tal da fic.

Eli - É que com a Jessie só sai putaria e eu queria escrever alguma coisa inteligente.

Fabio - Enton faz sola.

Eli - Bá, tou sem inspiração. Me ajuuuda *3*

Fabio - Faz una songfic enton.

Eli - Não gosto das músicas do Nirvana.

Fabio - Faz com "Let me put my love into you" do AC/DC.

Eli - Se eu quisesse escrever putaria eu chamava a Jessie ¬¬"

Fabio - Enton sama.

Eli - Tá bom, eu sei que tu não tá nem aí pra tua filha. Agora vai pra lá, vai, já que o videogame é mais importante que ela.

Fabio - Me dá a caneta.

Eli -?

Fabio - Vomo escrever. Qual casal que vai ser memo?

Eli - Dave x Kurt.

Fabio - Ma é facile. O Cobain moreu e o Grohl tá sofrendo molto. (Qualquer semelhança com a minha outra fic terá sido mera coincidência)

Eli - Sério? Que ideia genial! Como que tu pensasse nisso?

Fabio - Se tu moresse, io ia sofrer pacas.

Eli - (derretendo de fofura) Ai, Fabio, que lindo!

Fabio - E ora io tou dispensado de fazer a fic?

Eli - Eu sabia que aí vinha. Não tá não! Anda, vamos começar.

Fabio - oh god why

Eli - Eu sou o Dave, gosto de ser o seme.

Fabio - Are you fucking kidding me?

Eli - Por que não, ué?

Fabio - Pelo amor de Dio.

Eli - Ai, Fabio, deixa de ser...

Fabio - Io desisto!

Eli - Não, volta aqui, volta! Eu deixo tu ser o Dave, tá bom? Desculpa, desculpa!

Fabio - (Per ché ela non é piú orgulhosa? .-.)

Eli - E agora, vamos escrever!

Avisos: Essa fic contém yaoi Dave Grohl x Kurt Cobain. Não gosta? E o que tu tá fazendo aqui mesmo?
Crianças não podem ler isso, e nem a minha mãe. 

Os dois não me pertencem, e essa fic é, como o nome já diz,  pura ficção, e a única motivação pra ela existir é o aniversário da minha filhota Mi

Essa fic é prólogo da outra, Come On, Death.  Enjoy!




Até que tudo tenha dado certo


Ouviu umas batidas na porta. Abandonou a sua companhia (mais conhecida como televisão) para atender à visita inesperada. Um corpo desabou em seu peito, cabelos louros revoltos e (muito) sujos pareciam estar em toda parte.

-Dave...

Não conseguiu reagir de imediato, ficou meio parado, sentindo uns soluços fortes e o cheiro ardido do álcool misturado com qualquer coisa tensa.

-Dave, me deixa entrar, Dave...

Acabou abraçando o amigo, aquela voz pastosa comovia, nunca tivera tanta pena de alguém como tinha do Kurt bêbado.  Carregou-o para dentro, devagar, os passos dele eram incertos e os seus estavam emocionados. Acabou sentando-o num sofá, Kurt balbuciava coisas ininteligíveis, bebão.

-Cara, por que é que tu bebe desse jeito?

-Eu... Não... Tou... Bêbado...

-Tá bom, tá bom - e sentou-se do lado dele, com um suspiro.

Logo, o vocalista estava se abaixando para tentar tirar os sapatos.

-O que tá fazendo!?

-Tá apertando...

Aborrecido, o baterista se ajoelhou para ajudar o amigo.

-Dave...

Olhou pra cima. Não era a primeira vez que aquilo acontecia, já sabia como ia acabar. Kurt ia dormir, aí a mulher dele viria buscá-lo, pediria desculpas com cara feia e pronto.

-Tu não devia beber, velho. Tens uma mulher e uma filha linda esperando por ti.

Cobain parou, ficou olhando nos olhos do amigo até este se cansar e voltar a desamarar os cadarços.

-Sabe o que é? Eu não gosto de ser casado.

Dave interrompeu o que fazia ao ouvir a confissão, sentindo o peito agitado por um fio de esperança.

-Não?

-Nem um pouco.

E aquela voz pastosa lembrando que o vocalista não estava bem.

- E da tua filha? - perguntou, tentando afastar a esperança ridícula.

O guitarrista pensou um pouco, olhou pra cima.

- Dela eu goshto - concluiu, depois.

- Viu? ser casado não é tão ruim.

Kurt pensou de novo. Mas pensou tanto que o amigo esqueceu-se da conversa. 

-Dave?

-Hum?

-Me abraça?

O baterista levou um choque com o pedido. Tanto que ficou sem ação por alguns segundos, olhando que nem um bobo aqueles olhos lindos, aquele rosto lindo. 

-Por favor?

Cedeu. Abraçou-o com toda a força que tinha, não importava o cheiro da bebida, não importava a mulher nem a filha dele, não importava nada. Ficou um longo tempo ali, só sentindo o calor dele, os ossos das costas dele, o cabelo sujo dele, até ser sacudido por soluços. Soluços dele.

-Kurt? - estranhou.

Ele estava chorando.

-Kurt?

Dave entrou em desespero. Queria secar as lágrimas dele com os cabelos, com beijos, com a alma, com qualquer coisa. Acabou só apertando ele mais forte, contra o peito, na esperança de que isso o acalmasse.

-Dave... Eu... - o louro chorava sem parar, mordendo, às vezes, o ombro do amigo pra (tentar) se acalmar.

-Kurt, ... - o baterista sentia espasmos só de lembrar que estava abraçado ao amigo, e sua mente turvava a cada mordida em seu ombro.

-Posso ficar contigo?

Levou um grande choque, até soltou o louro.

-Eu sabia, gemia Kurt, tu me odeia.

Num impulso, beijou o colega de banda.

-s-s-s-s-

Acordou ao lado dele. Ele dormia como um anjo de ressaca e o sol tinha vindo espiar os dois pela janela. Estava pensando o quanto era feliz quando ouviu umas batidas na porta.

Vestiu a calça e foi atender.

Era Courtney:

- Vim buscar o Kurt.

E o dia fechou.

-s-s-s-s-s-

E aí, filhota? Gostou?

E o teu pai merece um beijo, né?

Feliz Aniversário de novo, SUA LINDA!

Ps: não deu tempo de revisar, qualquer erro, avisem!

 







sexta-feira, 27 de julho de 2012

Impressões sobre O Hobbit


E aí, povo bom? Eu terminei de ler O Hobbit, do (adivinhem?) Tolkien!

É negada, larguei esses escritores pseudo-cultos de livros chatos e me decidi a ler o prelúdio ao Senhor dos Anéis (milhões de eeeeeeeeeeeee o/).

Então, o livro é legal pra caramba, e me deu um vazio ferrado quando acabou (trágico). No livro, o Bilbo, tio do Frodo, se mete em uma aventura com um monte de anões e o Gandalf, pra matar um dragão que tinha roubado MUITA GRANA dos anões um tempo atrás (eles disseram roubar o tesouro do dragão, mas é discutível usar essa palavra nesse caso, eu acho).

Eu só sei que não consegui largar o bendito livro e, depois que acabei, fiquei morrendo de vontade de ler o Senhor dos Anéis (eu ainda não li o primeiro e o segundo). Mas acho que vou ver os filmes.

Bom, só posso dizer: leiam, embora dizer isso dum livro desses é meio pleonasmo, porque né.

Ps: No início do livro, que ele descreve a casa do Bilbo e como são os hobbits, eu pensei o seguinte:
1º Eu quero morar na casinha do Bilbo, a casinha do Bilbo *3*
2º hobbits comem pra caramba, gostam de dormir e de sossego: eu sou um hobbit! (Fora a altura, né? xD)