domingo, 31 de janeiro de 2010

Primeira Gre-nal do ano!


A continuação da volta da Eli vai ser suspensa por tempo indeterminado, vocês só precisam saber que eles viajaram de ônibus e o Fabio tem um sotaque tão gozado....


-x-x-x-


De manhã.


Deidara (empolgado) - É hoje, Tobi, é hoje!


Tobi - O quê?! O quê?! Conta pra Tobi, Deidara-sempai!


Dei - A primeira Gre-nal do ano!


Fabio (tentando ler o Icha-Icha) - GrE-nau?


Eli (ela traduz as coisas pra ele)- Gre-NaL. O QUÊ?! TU TÁ LENDO O ICHA-ICHA?!


Fabio - Ziraiya disse pra lê.


Eli - Jiraiya! Ji!! Mas esquece. Larga isso.


Fabio - Portuguê é difícile.


Naru - Te entender que é difícil.


Fabio - Ma o ché è Gre-nale, Eli?


Eli- Gre-nal? É vida! É a porta de entrada para o paraíso ou o portal do inferno.


Fabio - ???


Eli - É o maior clássico do mundo.


Fabio - ???


Eli - Futebol.


Fabio - Aaaaaaaah.La toaglia rossa?


Eli - Isso.


Fabio - Contra qui?


Eli - O time do Kakashi. O Grêmio.


Kaka - Hoje é o NOSSO dia.


Eli - Vai sonhando.


Naru - Esse é um trabalho pro Mosqueteiro Vermelho!


Sai (apaixonado)- Posso desenhar o Mosqueteiro, Naru-chan?


Naru - Não, deixa que o Sasuke faz.


Sai - ToT


-x-x-x-


Jessie - Olha, Eli, gol!


GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!


E o Ínter wins!!!!!
--x-x-x--x-
E o yaoi:

Oi, povo!

De novo com um casal original e revolucionário!

Amo vocês que deixam review!

Os que não deixam eu não gosto (unpf) u¬u

Nex

Fez um carinho leve na têmpora direita dele, sentindo-o arrepiar-se.

Tão lindo.

E aquele sorriso tão doce no rosto, no peito. As mãos iam lambendo devagar a palma do amante.

-Eu te amo – declarou Yamato, beijando o queixo do garoto.

-Mesmo, un? – indagou o maroto louro.

-Mesmomesmo.

-Então me ajuda a fugir da Akatsuki, un.

Fugir?

O coração do Taichou deu um pulo.

-Quero ficar contigo pra sempre, un.

Enlaçaram-se num beijo faminto.

-Eu vou te tirar de lá. Vou, vou – repetia Yamato, enquanto amava o adolescente.

Deidara delirou de paixão, mas não pôde, depois, resistir às investidas escuras da Dama da Morte.

-x-x-x-

Nex, necis : Morte violenta.

Fofo, não?

sábado, 23 de janeiro de 2010

Despedida de casados


Naruto pertence ao Kishimoto, mas o Neji foi seqüestrado por mim e não será devolvido!

Yaoi, ainda mais com lemon, é só para maiores de 18 com a carteirinha de vacinação em dia!

NÃO favoritem sem deixar reviews. Senão, vão receber uma mensagem indignada minha.

Despedida de casados

Poderia ter recusado o convite? Naruto fizera uma carinha boa, “ninguém quer ir comigo”, dissera manhoso. Além do mais, os ingressos já estavam ali, entre os dedos do Uzumaki.

Acabou aceitando. Mas não deveria. O filme era ruim – um tal de Despedida de Casados - , tão barulhento que não dava pra dormir, a pipoca tava murcha e o refri, sem gás.

O menino parecia também não gostar do filme. Tombou a cabeça para o lado e roncou baixinho. Afe, Maria.

Qual foi a surpresa do Hyuuga quando as mãozinhas do louro criaram vida e começaram a lhe fazer cócegas. Depois, elas foram se infiltrando nas roupas brancas, provocando devagar a barriga, o umbigo. Desceram mais, apertaram de leve o sexo. Neji conteve-se para não gemer alto.

Depois, a boca. Naruto tinha os lábios macios como os de uma criança, mas beijava como um demônio, curvado sobre o braço da poltrona do amigo. O jounin não se conteve, deixou-se dominar pela língua que passou beliscando-lhe cada ponto sensível, inventando alguns na nuca, no pescoço. E no peito, nos ombros, nas coxas.

Mas, mesmo assim, Neji não percebeu que suas calças estavam nos joelhos, nem quando a boca demoníaca deixou um rastro rubro e molhado naquele lugar quente, tão sensível como nunca imaginara.

A língua ficou ainda mais atrevida, lambeu lubricamente o sexo excitado, e os dedos foram ajudar. Apertaram um pouco os testículos, mas logo desceram, mais abaixo havia um canal. Quiseram achar o fim, e caíram em um buraco estreito e delicioso. Curiosos, puseram-se a explorar ali, de um jeito que fazia o Hyuuga estremecer, quase gemer alto e o pênis endurecer ainda mais entre os dentezinhos brancos.

Neji se agitou, arfou, mordeu a boca. Pára, Naruto, pára. Não, não pares. Coloca aí mesmo, isso... uhn! Balbuciava, tão baixo que ele próprio não ouvia, perdido nas sensações com que aquele anjo o presenteava.

De repente, um clarão. E os sentidos amolecidos. Quase dor.

O filme acabara, e Naruto ressonava tranquilamente na poltrona ao lado. Mas sua boca úmida denunciava a traquinagem.

-x-x-x-

E fim!

Ou não? Eu até posso continuar, mas depende das reviews. E aí?



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Dono te dolori


Número um: Naruto não me pertence. Ou eu estaria roncando babando no sofá. Acorda, Kishimoto!

Número dois: Yaoi é coisa pra gente grande. Não gosta? Tem menos de dezoito? Pinica daqui. Gosta? Lê e deixa review.

Contém incesto.

Dono te dolori

Eu nunca tive coragem de me abrir pra ninguém, sabe? Nunca. Mas a senhora vai me ouvir, não vai?

Que bom. Seu rosto me tranqüiliza. É um tanto doce, embora eu não possa descrevê-lo.

O quê? Ah, falar de mim. Claro. Estou aqui pra isso. A senhora não parece surpresa. Sabe que fui eu o algoz do clã Uchiha? Sabe? E não tem medo? A senhora é boa.

A senhora não sabe, mas eu tive pessoas importantes pra mim. Foram poucas, é fato. Mas eu as tive. A minha mãe, por exemplo. Isso, que eu matei. Mas eu a amava. Não consigo descrevê-la, me lembro pouco dela. Sua fisionomia é um tanto difusa em mente. Só consigo me recordar de que era doce e sorria doce, como a senhora. A senhora tem filhos? Pena. Seria uma ótima mãe. Como a minha foi. E eu a matei... Não foi por mal. Não sou tão desnaturado assim. É que eu não tive escolha. Eu só poupei... Poupei meu otouto... Meu irmãozinho. Eu gostava... Gosto muito dele. Eu ainda não era ninja quando ele nasceu. Fiquei tão feliz, naquele dia... Acho que nunca mais me sentiria daquele jeito. Eu tenho muitos remorsos, moça. Nunca consegui demonstrar meu amor por ele como deveria. Sou um inútil.

Por que está sorrindo? Como, não é verdade? É verdade sim, moça. Eu não vou discutir com a senhora. Ah, a senhora conhece meu otouto? Chamam-no Sasuke. Eu sei que ele fugiu de Konoha. O quê, falar de mim? Sim, claro, falo.

Até agora eu falei em amor, amor. Mas, dona, a senhora de que amor eu falava. Depois, eu conheci outro tipo de amor. Um amor egoísta, moça. Um amor que quis me salvar pra me ter só pra si. Mas eu me adianto.

A senhora sabe que eu entrei com doze anos pra ANBU, não sabe? Não tem nada que a senhora não saiba. Eu já tivera medo. Eu não gostava do vento soprando, nem de relâmpagos. Sempre corria para a cama da minha mãe, porque eu temia o barulho. Eu também tinha medo do meu pai. Muito medo. Mas, eu já era um jounin. Nada poderia temer. Só que ele me assustou. E eu não podia correr para debaixo dos lençóis e nem grudar na barra da saia da minha mãe, como quando o vento batia na janela ou meu pai me maltratava.

O quê? Ah, sim, é verdade. Meu pai me maltratava. Ele não queria que eu tivesse medo. Aí ele me batia, me violentou várias vezes. E, quanto mais ele me agredia, mais medo eu tinha.

Eu sei que a senhora sabe de tudo isso, mas é bom falar. Me alivia um tanto.

Eu não me lembro bem quando deixei de sentir medo, só sei que deixei. O maldito não tirou aquelas mãos nojentas de cima de mim, eu só parei de tentar escapar.

Mas eu falava que o medo voltou. Mas não da violência e do barulho. Eu temi a calmaria, e a indolente beatitude daquele homem. Como se ele tivesse preguiça de ser violento. Me lembro bem dele, do rosto dele. Tinha um olho miúdo que sorriu pra mim, se curvando em reverência. O nariz era fino, o rosto um tanto estreito. Pele branca. Alto, me lembro de que era grande, tão grande. E hoje, olhando de fora, vejo que, se eu tivesse deixado, ele teria segurado a minha mão.

O nome dele? Hatake Kakashi. Bonito, não é? Ele me ensinou um amor egoísta, um amor que me salvou. Um amor que não me deixava ser amado por mais ninguém. É, ele me salvou. Antes, eu padecia no inferno. Não, Kakashi não me tirou do inferno, porque também estava enfiado lá até o pescoço. Mas ele me fez gozar o Céu no inferno mesmo.

Ele me ensinou – ou aprendemos juntos? - que poderíamos fingir pros meus pais e pra todo mundo que a missão demorara mais que o previsto e perder esse tempo conosco.

Kakashi me deu esperança, me devolveu meu asco e meu medo de meu pai, me deu coragem pra fugir da minha sina.

E eu, como estava seco e oco por dentro, dei-lhe meu corpo, mas isso não foi sofrimento algum, pelo contrário. Era angustiantemente bom tê-lo dentro de mim, entre as minhas pernas, a sua boca na minha nuca, na minha orelha, nos meus lábios. Ah, desculpe, eu não deveria estar dando esses detalhes.

E a senhora só sorri. Não lhe incomoda o fato de eu ter pertencido a um homem muito mais velho que eu? Não? Eu pertenci. E, posso dizer, fui feliz. Cada gemido, cada grito, cada gota de sangue ou de sêmen ou suor que derramei foi o meu jeito de mostrar-lhe que, embora oco, cada vez que ele entrava em mim, cada vez que me beijava, eu me sentia completo, e achava um pedacinho que eu escondera mas que poderia me preencher. Como aquele... Aquele... Como ele dentro de mim.

Mas era um tanto difícil fugir do Fugaku, a senhora deve imaginar. Tão difícil que ele começou a suspeitar. Contei pro Kakashi. Havia solução? Sim, morar com ele. Eu só tinha treze anos.

E havia o Shisui. Meu melhor amigo. As feições se embaralham na minha mente. Deve ser por isso que diziam que “Uchiha é tudo igual”. Ele sabia de tudo. Me deu a maior força. Kakashi te ama. Não tens nada a perder, exceto as tiranias de um velho que acha que é teu pai. Anda, vai.

E eu o matei, senhora. Não tive escolha.

Eu não vou chorar. Na verdade, não consigo. Minhas lágrimas secaram naquele dia, senhora.

Depois, o massacre. Kakashi me odiou, eu sei. Me odeia, aliás. Isso dói. Mas eu não tive escolha. Aquela família não prestava. Minha família não prestava. Não presta. Queria ter podido poupar minha mãe e o Shisui também. Eu não presto.

Assim que saí de Konoha, minhas memórias formam um turbilhão. Não sei explicar.

Só me lembro do Kisame. Ele me amava. Me amou. Talvez ainda me ame. E, assim como eu, era um renegado que não valia nada. Isso faz me sentir pior. Só kami-sama deve saber o quanto ele deve ter sofrido. Me sinto pior porque não pude retribuir tanto amor. Fui dele, verdade.

Heh. Fico imaginando o que a senhora deve pensar de mim, que me entreguei tão fácil e a tantos. Ou a senhora já sabia? Já? Bom. Mas não foram tantos. Fugaku me violentava, Kakashi me amava, Kisame me consolava, e só.

Sorriso calmo o da senhora. Faz me sentir menos crápula.

Reencontrar Kakashi e o meu otouto foi pior que eu imaginava. Eles queriam me matar. Sei que eu não merecia menos, mas meu coração não se tocou disso ainda. Quando penso... Penso no que fiz... Me dá... Me dá uma vontade de chorar... Eu fico pensando... Pensando que o inferno é pouco pra mim... Não é?

Eu seria... Seria tão feliz se pudesse ver despido, mais uma vez, o rosto do Kakashi... Se ele me dissesse, não que me perdoa, porque isso é demais pra mim, mas que não me esqueceu...

Como assim, a senhora é a morte? Vai me levar, suponho. Por que me ouviu, então? Pra decidir o que faria comigo? Mas a senhora já sabia de tudo! Por que está sorrindo? Deuses, a morte sorri tão calma... E então?

Fechar os olhos... Dormir... Está me dando um sono... Um sono tão quente... Quente como o abraço do Kakashi... Mnnn... Como assim, a senhora quer me ver felizzzz...?

-x-x-x-

E aí? Eu continuo? Ou deixo assim? Ficou bom?

Miaudito – Isso são perguntas retóricas?

É claro que não! Eu quero respostas! Deixem reviews!!!!!!

Miaudito – Façam isso ou ela fica louca.

P.s: Dono te dolori = Te dou pra dor.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Eli retorna!


Ouvimos uma buzina, hoje. E a porta se abriu. Era Eli, mais uma mala vermelha, uma toalha do Ínter enrolada no busto, o cabelo meio fora de foco, calça jeans surrada e nem sinal do Ricardão. Opa, do Fabio.


-Oi, família!


Ela tava exausta.

Fomos todos cumprimentá-la.


-Oi, oi, oi. Cadê Denny?


-Naruto e Sasuke foram levá-lo pra passear. Como foi na Europa?


-Bem, bem.


-Pena que não trouxeste o Fábio Lione.


-E quem disse que não?


-Ele tá aí?!


-Mas tá tímido. Depois a mané sou eu!


Corremos todos pra ver.


E era verdade.


-Se Maomé não vai à montanha... - ela disse.


Fizemos ele entrar.


continua...

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Bingo book

Sakura dando uma conferida no bingo book

Bingo Book contém:
1o prêmio: uma Kombi 85 a álcool
2o prêmio: um Fusca 73 gasolina
3o prêmio: uma bicicleta (quase) vermelha
4o prêmio: 10 pilas
5o prêmio: 30 chicletes


Aproveite! Cartelas a 50 centavos! Compre a sua e ganhe uma bala 7 belo!

E o yaoi:

Pra quem quer criminalizar as fics: é melhor escrever que fumar maconha ou roubar o dinheiro do povo!

Pros direitos autorais: Naruto pertence ao Masashi Kishimoto.

Para menores: caiam fora, contém yaoi!

Nollo Tobim

-Que saco, un.

-O que foi, Deidara? – indagou Kisame, ao ver o colega resmungar ao seu lado.

-O Tobi, un. Ele não me deixa em paz, un.

O Hoshigaki parou brevemente para pensar e depois explicou:

-É que ele está afim de ti. Só quer te chamar a atenção.

-Tu achas, un?

-Acho.

-Isso é um saco, un. Como eu faço pra ele parar, un?

Uma nova reflexão, e a resposta:

-Deixa claro que não queres.

-Como, un?

Kisame segurou o queixo louro com dois dedos, erguendo de leve:

-Fica com outro.

-Quem, un?

-Eu.

E um longo beijo. Mas Tobi não estava vendo.

-x-x-x-

Uma KisaDei.

Comentem!

P.s: Nollo Tobim = Não quero o Tobi, em latim.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Creche dos famosos

O Kakashi e o Iruka escapuliram pra praia, Naruto e o emo não param em casa, o Jiraiya sumiu por aí. Sobraram o James ,o Meow e o Miaudito em casa. Mas só um louco deixaria o Denny com eles. E eu tinha prometido que cuidaria dele, pra Eli. Então eu e o Nílson - que queríamos sair sozinhos - levamos ele pruma creche só de filho de celebridade.



Ei! Cêis tão pensando o quê?! O Nílson é celebridade, pô! Até chamaram ele pra jogar no Ínter!






De Santa Maria, mas no Ínter.




Bom, lá nós achamos essas coisinhas:





Filha dum JB e do Jack Efron (qual será a mãe?)



E o filho do Nick Jonas com o 50 cent.

O fato é que resolvemos levar o Dennye pra brincar no parquinho. E ficamos olhando ele e namorando. Eu não ia deixar o coitadinho no meio daquelas aberrações.

Aqui o yaoi de hoje:


Buracos

A garrafa parou de girar.

-Tobi pergunta pro Gaara!

-Verdade ou conseqüência?

-Verdade – resmungou o monstrinho dos cabelos vermelhos.

-Ih, fudeu – comentou Kiba com Hidan. Riram ambos.

-Lá vai: Gaara-chan tem buracos? - perguntou o senhor abóbora.

O rosto do Sabaku se torceu numa careta:

-Não. É claro que não.

-Mentira! - gritou Tobi. - Tem sim!

E pulou sobre o garoto, segurando-lhe os pulsos com uma mão e, com a outra, metendo-lhe o dedo dentro do ânus. Circundou devagar lá dentro, procurando um jeito de dar-lhe prazer.

Os demais, que esperavam uma tempestade de areia, só ouviram gemidos.

Realmente, Tobi não se enganara: Gaara tinha buracos, e eles serviam pra muitas coisas gostosas.

-x-x-x


Sinto falta da Eli.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Crise de ciúmes


Tou publicando a fic que a Eli fez pra Hitomi (uma menina que mora em Portugal e fez anos dia 26. Por falar nisso, preciso ligar pra Eli e dizer pra ela visitar a Hitomi, assim que achar o Fabio. Porque, com certeza, ela vai se esquecer de tudo, assim que vir o Fabio.

A fic era pra dia 26, mas eu esqueci. Vai hoje mesmo:

Hatake Hitomi, amiga. Teu singelo presente de aniversário. Um casal que sei que gostas. Não, o Kakashi nem aparece. Mas foi feita com carinho e muita dedicação. Feliz aniversário! Happy Birthday! Gratulor tibi! etc., etc.

Agora, avisos aos navegantes:

Isso aqui é yaoi lemon. Putaria entre homens.E um casal que não se vê aos montes por aí. Yamato x Iruka. Não gostou da ideia? Fecha a janela e vai ouvir qualquer bandinha que tá na moda por aí.

Naruto não me pertence. Foi o Kishimoto que fez ele, com pena e nanquim. Embora eu ache que ele tenha sido feito pelo yondaime, e do jeito tradicional.

Acho que é só. Se lerem, comentem!

Crise de ciúmes

Ali estava ele, treinando. Ah, mas o filho da mãe ia ver uma coisa. Ah, se ia.

Iruka estreitou os olhos, esperando a ocasião certa. Só porque o tal era da ANBU e agora fazia parte do time sete se achava no direito de ficar se jogando pro Kakashi-sensei? Ah, mas não mesmo.

Se bem que aquele Mokuton no jutsu não parecia brincadeira.

Sacudiu a cabeça. Chegara até ali, e iria até o fim.

-x-x-x-

Yamato quase sorriu ao perceber que era observado era observado (Quase. Seu passado como ANBU lhe ensinara a camuflar suas intenções.): o observador era Umino Iruka. Não, não o conhecera pessoalmente. mas só pelo que Naruto falara dele, saberia identificá-lo entre milhares de pessoas: estatura mediana,pele morena, cabelos e uma imensa cicatriz no rosto.

O ANBU nada fez. Sua vontade de conhecer melhor o chuunin o fez fingir ignorá-lo e caprichar ainda mais nos golpes, só para impressioná-lo.

-x-x-x-

Iruka não conseguiu fechar a boca, vendo o quão era poderoso o "rival". Por mais que pensasse, não conseguia achar um jeito de vencê-lo. Acabou por desistir, dando a meia-volta e rumando para casa. Pensaria num jeito mais inteligente de afastá-lo de Kakashi-sensei.

-x-x-x-

Tenzou levou um choque ao ver o chuunin ir embora. Não, puxa vida. Não vás. Eu quero conversar contigo.

Mas ele continuava fugindo. Será que tinha se assustado com o poder do AMBU?

Ah, ele não ia. Não mesmo.

-x-x-x-

Essa parede de pedra já estava aqui antes?

Iruka se apavorou. Correr pra onde? Poderia subir, mas águas começaram a cascatear do topo do muro, molhando o professor primário.

Parou por um segundo. Pensou.

Mas uma movimentação o fez virar-se.

Era Yamato.

-x-x-x-

Nada melhor que uma parede de pedra para prender alguém.

Se bem que Iruka também ficaria fofo numa gaiolinha de madeira.

Quando o rapaz da cicatriz virou-se, o usuário da madeira sentiu seu corpo enrijecer: o primeiro estava levemente molhado, algumas gotas escorriam pela face bem morena e a roupa ia grudando aos poucos em seu corpo. Tinha a boca bem aberta e a respiração acelerada pelo susto.

-Estavas me espionando? - indagou, demonstrando uma falsa severidade.

-E... E... Eu não!

Yamato aproximou-se mais e mais e depois falou, passando a língua pelos lábios:

-Pois é uma pena.

Iruka, aterrorizado, recuou um passo, esbarrando na barreira encharcada. Molhou-se ainda mais.

-Então, EU vou te espiar.

Quis correr, fugir. Mas, assim que começou a precipitar-se, viu suas pernas envoltas pelo barro úmido e caiu.

-Pára quieto pra eu te olhar – falou o taichou, um brilho sinistro nos olhos.

O Umino tremeu dos pés à cabeça, porque da sua face aproximou-se um par de olhos amendoados, que ali se mantiveram imóveis por horas.

-O... O que queres? – balbuciou uma boquinha tentadora sob a cicatriz.

-A ti.

E o beijo se desenrolou com fúria e fome, e Iruka soltou um gemidinho contido de dor pelas mordidinhas que recebeu.

Uma mão fria invadiu a camisa do chuunin que lutava para fugir ao beijo e acariciou com vigor aquela pele tão morena e úmida.

-Tão quente... – balbuciou, trêmulo de desejo, enquanto ia tocando o outro.

-Não me toques – Iruka pediu baixinho, mas possivelmente não foi ouvido. A mortal curiosidade do ANBU o fez rasgar a camisa do outro, expondo aos seus lábios o que antes eles só imaginavam. Mordeu devagarinho o ombro de sua presa, lambendo em seguida.

Pára, pára.

Mas ele não parava, a boca quis saber mais e encheu de mordidas sanguíneas o corpo exposto. Depois os lábios experimentaram rubro gosto de vida.

-Você é bem gostosinho, hein?

O sentimento de impotência fez Iruka abandonar algumas lágrimas miúdas.

-Mas já? – Yamato lambeu lubricamente o pranto pequeno. – Eu nem te machuquei ainda.

O chuunin se debateu de novo, sentindo a língua áspera espalhar a saliva ácida pelo seu peito.

-PÁRA!

-Tás gostando, eu sei que tás – e deu um tapa dolorido numa das nádegas firmes. -Uhn, que bunda tesão – apertou-a com força. – Mal posso esperar para enfiar o pau nela.

O professor primário soltou um grito longo e agudo, um “não” aterrorizado e sofrido.

-Aliás, - Yamato continuou, ignorando o que ouvira -, sabias que eu uso o elemento madeira, não é? Eu vou te mostrar o meu pau. E não é pequeno, não.

Iruka se sacudiu, fazendo força para se soltar.

-Pára de te mexer, que droga! - e um golpe violento brandiu no rosto moreno.

O chuunin, trêmulo, obedeceu.

-Isso, quietinho. Assim vai doer menos.

E a mão firme foi entrando nas calças do shinobi submisso, escorrendo pelo seu rego.

-Se aqui já é quente, imagino então fundo, bem fundo.

Iruka cerrou os olhos, apertou as mãos, suportando a humilhação e a dor.

Yamato enjoou daquilo tudo, e rasgou as calças da sua presa e lhe meteu um dedo no ânus, movendo-o com violência, sorrindo com os gritos que causou e com o que aqueles gritos causaram no seu corpo.

O professor primário gritava, gritava, sua entrada era violada e seus cabelos puxados com força, depois foi virado, teve sua boca coberta por um par de lábios furiosos que morderam, lamberam, chuparam. E os dedos – agora já eram três – queriam mais, mais.

-Pára, por favor – as lágrimas não se cansavam de cair languidamente, mas seu corpo não resistia, só gemia de dor.

-Parece que tás sofrendo – Yamato falou, cínico. – Mas não tem porque. Olha pra isso – e tirou a camisa, expondo o peitoral definido. – Que gostoso que é o macho que vai te comer.

O homem da cicatriz sentiu um arrepio, um tremor languido, uma mistura de medo e de desejo. Talvez, se cedesse e aproveitasse, teria um prazer incrível.

....

Será que Kakashi-sensei já tinha gozado daqueles músculos, aproveitado daquela boca, possuído aquele homem divino?

-Não vais falar nada, hein? – E o dedo insistente lá dentro. Dói, dói. – Gostoso.

Um grito rasgou o silêncio da água caindo. Não era pra tocar aí, pô! O prazer tomara, por instantes, o corpo moreno.

-Isso não é bom? – e a próstata foi tocada repetidas vezes, forte, forte. Dói, prazer, dói, booom...

Iruka gemia, gemia. Pára que dói. Mas o outro não obedeceu, só enfiou mais fundo, puxou mais os cabelos, girou os dedos, abriu-os, abriu ele mesmo. Sangue. E depois sêmen: o chuunin gozara loucamente, derramou-se sobre si e amoleceu, desmanchando-se nos braços do seu violador.

Yamato sorriu. Aí era só provar que era mesmo grande e grosso e que dava de dez a zero no Kakashi-sempai (N/A: sugestivo? Seria, se desse de quatro a zero...). Puxou violentamente o cabelo dele e dirigiu-lhe a cabeça para a braguilha miraculosamente aberta.

-Agora me chupa gostoso.

O professor primário fechou os olhos, balbuciando de dor e sentindo a cabeça quente e úmida se esfregar em seus lábios.

-Chupa!

Forçou mais, e finalmente a boquinha sob a cicatriz se abriu, recebendo aquela tora imensa dentro de si, chupando, obedecendo. O ANBU fechou os olhos, deliciado com a maciez daqueles lábios. Levava e trazia os cabelos dele, fodendo sem piedade aquela boca doce.

Iruka se deixou levar, engasgou, chorou. Seu ânus doía, sua garganta doía, seus olhos ardiam. Mas não recebeu o líquido esperado. A boca foi abandonada, e recebeu um beijo ardente.

-Já te falei que és incrivelmente lindo? Tens a pele tão, tão macia. A boca tão, tão doce.

Iruka arregalou os olhos, recebendo, surpreso, os elogios junto a um beijo selvagem. Tremeu, temeu. Seu pênis foi manipulado com habilidade enquanto os elogios escorriam, sedutores, pelo corpo moreno do chuunin.

Gemeu, gemeu. Seu corpo respondia a cada estímulo, endurecendo cada vez mais.

-Ya... Yam... Yamato! Me possui AGORA!

O ANBU arregalou os olhos, deliciadamente surpreso: o doce Iruka agora queria entregar-se? Pois teria a melhor transa de sua vida. Deitou-o e lhe abriu as pernas.

-Eu te desejo desesperadamente, Iru-chan...

Foi introduzindo seu pênis naquele canal apertado, enquanto o chuunin arquejava e arranhava as costas daquele que o possuía.

Assim que conseguiu entrar inteiro, fez uma pausa para que o corpo moreno se habituasse à invasão, mas não precisou esperar muito: o Umino logo abriu mais as pernas e enlaçou, com elas o quadril do dominante, forçando-o a mover-se. Teve seus anseios atendidos. Tenzou meteu-se, enfiou-se, beijou-o.

Cada vez mais rápido, Iruka debatia-se de prazer, mordiscando os lábios que insistiam em beijar-lhe a boca aberta.

Cada vez mais fundo, Yamato suava de paixão, masturbando o pênis que teimava em esfregar-se em seu abdômen.

O chuunin jogava a cabeça para trás, clamando de êxtase, quase no fim, a cada instante sua próstata era esmagada, sua sanidade fora tomar um banho no rio, seu corpo não resistiria mais.

O jounin mordia os próprios lábios, não queria berrar muito para poder ouvir os gritos do amado.

O tesão embebedou Iruka fazendo-o perder o fôlego e o controle. Gozou abundantemente, melecando a si e ao parceiro com seu mel.

O taichou prosseguiu, também quase no ápice. Seu corpo tremia na profundidade do delírio, até ser arremessado aos céus, acompanhando o anjo a quem chamavam Iruka. Este tinha os olhos embaçados pela satisfação da carne bronzeada, o rosto contorcido de luxúria. Demoniacamente lindo, o anjo moreno.

Mal o corpo pálido do ANBU retornou ao normal, ele se levantou, abandonando o dormitante chuunin ali, antes que alguém aparecesse.

-Iruka, eu... Eu vou me lembra deste dia para sempre, mesmo que nunca mais te lembres de mim...

E um beijo selou o fim.

-x-x-x-x-

E aí, Hitomi? O que achaste? Eu tava pensando em ti a cada minuto xD

Os outros, favor comentar, senão... BUM!