Mostrando postagens com marcador Nirvana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nirvana. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de julho de 2012

Até que tudo tenha dado certo

Eli - Fabio, estamos com problemas.

Fabio - Io non gosto de problema. Ma o ché è?

Eli - Nossa filhota tá de aniversário

Fabio - Oh god why
Eli - Então, ela me pediu pra fazer uma fic yaoi de South Park de presente.

Fabio - Vo comprar uno iPhone pra ela.

Eli - Ah, meu Deus, deixa de ser chato. Mas eu consegui convencer ela a trocar de casal.

Fabio - Enton vai ter bambine no meio?

Eli - ui, credo, Fabio, deixa de ser machista. Vai ser de Nirvana.

Fabio - Piorou. Io vou deserdar ela, giá, giá.

Eli - Tu ouve Skid Row e tá reclamando da nossa filhota?

Fabio - Tá bene, tá bene.Ma per ché io tenho ché azudar? Sama a Jessie pra fazer a tal da fic.

Eli - É que com a Jessie só sai putaria e eu queria escrever alguma coisa inteligente.

Fabio - Enton faz sola.

Eli - Bá, tou sem inspiração. Me ajuuuda *3*

Fabio - Faz una songfic enton.

Eli - Não gosto das músicas do Nirvana.

Fabio - Faz com "Let me put my love into you" do AC/DC.

Eli - Se eu quisesse escrever putaria eu chamava a Jessie ¬¬"

Fabio - Enton sama.

Eli - Tá bom, eu sei que tu não tá nem aí pra tua filha. Agora vai pra lá, vai, já que o videogame é mais importante que ela.

Fabio - Me dá a caneta.

Eli -?

Fabio - Vomo escrever. Qual casal que vai ser memo?

Eli - Dave x Kurt.

Fabio - Ma é facile. O Cobain moreu e o Grohl tá sofrendo molto. (Qualquer semelhança com a minha outra fic terá sido mera coincidência)

Eli - Sério? Que ideia genial! Como que tu pensasse nisso?

Fabio - Se tu moresse, io ia sofrer pacas.

Eli - (derretendo de fofura) Ai, Fabio, que lindo!

Fabio - E ora io tou dispensado de fazer a fic?

Eli - Eu sabia que aí vinha. Não tá não! Anda, vamos começar.

Fabio - oh god why

Eli - Eu sou o Dave, gosto de ser o seme.

Fabio - Are you fucking kidding me?

Eli - Por que não, ué?

Fabio - Pelo amor de Dio.

Eli - Ai, Fabio, deixa de ser...

Fabio - Io desisto!

Eli - Não, volta aqui, volta! Eu deixo tu ser o Dave, tá bom? Desculpa, desculpa!

Fabio - (Per ché ela non é piú orgulhosa? .-.)

Eli - E agora, vamos escrever!

Avisos: Essa fic contém yaoi Dave Grohl x Kurt Cobain. Não gosta? E o que tu tá fazendo aqui mesmo?
Crianças não podem ler isso, e nem a minha mãe. 

Os dois não me pertencem, e essa fic é, como o nome já diz,  pura ficção, e a única motivação pra ela existir é o aniversário da minha filhota Mi

Essa fic é prólogo da outra, Come On, Death.  Enjoy!




Até que tudo tenha dado certo


Ouviu umas batidas na porta. Abandonou a sua companhia (mais conhecida como televisão) para atender à visita inesperada. Um corpo desabou em seu peito, cabelos louros revoltos e (muito) sujos pareciam estar em toda parte.

-Dave...

Não conseguiu reagir de imediato, ficou meio parado, sentindo uns soluços fortes e o cheiro ardido do álcool misturado com qualquer coisa tensa.

-Dave, me deixa entrar, Dave...

Acabou abraçando o amigo, aquela voz pastosa comovia, nunca tivera tanta pena de alguém como tinha do Kurt bêbado.  Carregou-o para dentro, devagar, os passos dele eram incertos e os seus estavam emocionados. Acabou sentando-o num sofá, Kurt balbuciava coisas ininteligíveis, bebão.

-Cara, por que é que tu bebe desse jeito?

-Eu... Não... Tou... Bêbado...

-Tá bom, tá bom - e sentou-se do lado dele, com um suspiro.

Logo, o vocalista estava se abaixando para tentar tirar os sapatos.

-O que tá fazendo!?

-Tá apertando...

Aborrecido, o baterista se ajoelhou para ajudar o amigo.

-Dave...

Olhou pra cima. Não era a primeira vez que aquilo acontecia, já sabia como ia acabar. Kurt ia dormir, aí a mulher dele viria buscá-lo, pediria desculpas com cara feia e pronto.

-Tu não devia beber, velho. Tens uma mulher e uma filha linda esperando por ti.

Cobain parou, ficou olhando nos olhos do amigo até este se cansar e voltar a desamarar os cadarços.

-Sabe o que é? Eu não gosto de ser casado.

Dave interrompeu o que fazia ao ouvir a confissão, sentindo o peito agitado por um fio de esperança.

-Não?

-Nem um pouco.

E aquela voz pastosa lembrando que o vocalista não estava bem.

- E da tua filha? - perguntou, tentando afastar a esperança ridícula.

O guitarrista pensou um pouco, olhou pra cima.

- Dela eu goshto - concluiu, depois.

- Viu? ser casado não é tão ruim.

Kurt pensou de novo. Mas pensou tanto que o amigo esqueceu-se da conversa. 

-Dave?

-Hum?

-Me abraça?

O baterista levou um choque com o pedido. Tanto que ficou sem ação por alguns segundos, olhando que nem um bobo aqueles olhos lindos, aquele rosto lindo. 

-Por favor?

Cedeu. Abraçou-o com toda a força que tinha, não importava o cheiro da bebida, não importava a mulher nem a filha dele, não importava nada. Ficou um longo tempo ali, só sentindo o calor dele, os ossos das costas dele, o cabelo sujo dele, até ser sacudido por soluços. Soluços dele.

-Kurt? - estranhou.

Ele estava chorando.

-Kurt?

Dave entrou em desespero. Queria secar as lágrimas dele com os cabelos, com beijos, com a alma, com qualquer coisa. Acabou só apertando ele mais forte, contra o peito, na esperança de que isso o acalmasse.

-Dave... Eu... - o louro chorava sem parar, mordendo, às vezes, o ombro do amigo pra (tentar) se acalmar.

-Kurt, ... - o baterista sentia espasmos só de lembrar que estava abraçado ao amigo, e sua mente turvava a cada mordida em seu ombro.

-Posso ficar contigo?

Levou um grande choque, até soltou o louro.

-Eu sabia, gemia Kurt, tu me odeia.

Num impulso, beijou o colega de banda.

-s-s-s-s-

Acordou ao lado dele. Ele dormia como um anjo de ressaca e o sol tinha vindo espiar os dois pela janela. Estava pensando o quanto era feliz quando ouviu umas batidas na porta.

Vestiu a calça e foi atender.

Era Courtney:

- Vim buscar o Kurt.

E o dia fechou.

-s-s-s-s-s-

E aí, filhota? Gostou?

E o teu pai merece um beijo, né?

Feliz Aniversário de novo, SUA LINDA!

Ps: não deu tempo de revisar, qualquer erro, avisem!

 







domingo, 3 de junho de 2012

Come on, death


 Bom, povinho, aqui é a Elizia (quem sentiu saudades de mim levanta a mão _o__o__o__o__o__o__o__o__o__o__o_o/ Tá, mãe, eu já sei). Bom, eu não sou fã de Nirvana, nem gosto, na verdade. Mas, quando eu li a epígrafe, na biografia do Dave, fiquei cheia de pensamentos maléficos e me decidi a escrever essa fic.  Mas é claro, eu não sabia nada de nada de Nirvana, então a minha amiga fofíssima Jéssica e a minha filhota Milly me ajudaram (a Jéss me ajudou mais, na verdade). Eu queria dedicar essa fic a todos os fãs de Nirvana que são meus amigos (e são fãs de verdade, não os que ouvem Smells Like Teen Spirit e compram a camiseta e saem dizendo que amam Nirvana) e principalmente as duas lindas que me ajudaram. 

Além disso, eu queria oferecer a todas as fãs de yaoi e de garotos-lindos-de-cabelos-compridos.
E, agora, aos avisos: primeiro, essa fic é yaoi lime. Traduzindo: vai ter insinuação de sexo entre dois homens, mais especificamente, Dave Grohl e Kurt Cobain. Nessa ordem. Se você for menor, não gostar de yaoi, de lime, de Nirvana, ou pior, ter horror a insinuações de que o Kurt é gay, por favor, feche essa página e vá fazer outra coisa. 

Segundo: eu não acho o Grohl um baterista medíocre, como diz na fic. Eu não entendo nada de bateria pra afirmar um negócio desses, e conheço Nirvana menos ainda. Quem se acha medíocre é ele, eu andei lendo umas coisas na internet em que ele dizia que o Kurt achava ele ruim. 

Terceiro: tudo, absolutamente tudo, que tá escrito aqui é ficção. Eu não inventei tudo, mas não tenho compromisso nenhum com a verdade. O que aconteceu entre os três é problema deles.
Por último: deixe review. Eu gosto, e pra ti não custa nada.

“Alguém telefonou pra mim e disse que Kurt havia morrido. Perdi o rumo.”
 Dave Grohl
Come on, death

Fechou os olhos, deixou cair a mão, o fone pendeu. Não acreditou no que ouvia, nem quis. O mundo girava ao redor, numa velocidade alucinante. Aquela voz desconhecida gemendo em sua cabeça. Mergulhou numa espécie de torpor, um sonho vazio e distante, como se visse a si mesmo em terceira pessoa. E fosse um honesto nada. 

Mordeu o lábio. Viu aqueles cabelos loiros caírem, ou melhor, escorrerem dos ombros magros. Abriu a boca, mas nada disse. Não conseguiu, nunca conseguia. O guitarrista, ajoelhado, riscava alguma coisa num papel. 

-Melhor mudar essa parte, está ridícula.

E não era agora que ia falar. Kurt não estava preocupado, não queria saber sua opinião. Melhor: queria que ele se danasse.

Ergueu a cabeça de novo, voltando a tocar, sem dizer nada. E pra quê dizer? Para ser entendido por um imbecil?  Dave mergulhou de volta na música. E na voz, ah, a voz...

Rape me, rape me my friend
Rape me, rape me again

Pensou em obedecer, por que não? Sentia o coração parar só de imaginá-lo tremendo de medo, um filete estreito de sangue no canto dos lábios, os olhos grandes assustados. Nas suas fantasias mais secretas, Kurt era um viciado em dor, desesperadamente viciado. 

Quando pensava nisso, tentava caprichar mais no que fazia, tocar como ninguém nunca tinha tocado antes, como um deus da bateria. Mas acabava parecendo ridículo, um verdadeiro palhaço com baquetas. E, ao olhar de censura do guitarrista, acabava se rendendo, seria para sempre um baterista medíocre e impotente.
Tentou se levantar da inércia, mas a cabeça ainda girava. Queria fazer alguma coisa, comprovar se era mesmo verdade, ou se não fora um grande patife que o queria enlouquecer com aquela ligação mentirosa e descobrir que o guitarrista estava vivo, afinal. Mas não conseguia, seus membros não obedeciam, estava colado ao sofá como nos domingos preguiçosos, mas, dessa vez, a preguiça não era boa.  Fez mais força, mas acabou vencido pela dor e pelo desânimo. 

Sentando-se na borda da cama, acendeu um cigarro. Pensou em dizer alguma coisa, talvez uma frase boba e romântica e leve, para quebrar o clima tenso que sempre se instalava entre eles quando faziam sexo ou para, talvez, até – que sonho - fazer Kurt sorrir, mas, vendo o olhar frio e distante dele, preferiu se calar. O vocalista estava deitado na cama, o rosto voltado para o teto, mas, provavelmente, não via nada, imerso que estava em si mesmo. Dave se lembrou que, por muito tempo, teve o fetiche de, depois de tudo, o cigarro aceso, o louro se aproximar dele, circundar-lhe a cintura com as pernas e apoiar a cabeça no seu ombro. No sonho, virava o rosto e olhava para ele, vendo-o (céus!) sorrir. Aproveitava a proximidade para beijá-lo, dessa vez sem a urgência do corpo, mas com carinho.

Tolice. Para Kurt, ele era só o corpo, um escravo com a obrigação de satisfazê-lo incondicionalmente.

Aquela vez ia ser diferente. Terminou o cigarro, jogou-o fora. Engatinhou pela cama até o colega, que, parece, nem o viu. Fez-lhe um carinho leve na coxa esquerda, por dentro. Aí, sim, foi notado. Recebeu um olhar indiferente, como se a coisa não se referisse ao corpo do Cobain, mas a qualquer outra coisa, do sol que fazia lá fora à última fofoca de uma celebridade aleatória. Algo como “pode fazer, eu não tenho nada com isso”. Um estupro sem reação. Desistiu. Embora sonhasse em estuprá-lo, nunca conseguiu ser rude com ele.

Vencido, adormeceu.

Kurt agarrou-o pelo braço, puxando-o com força:

- Dave, o Krist já foi, né?

-Acho que sim, respondeu, assustado.

-Então me beija.

E não pôde dizer nada. Teve os lábios capturados num beijo louco e a cintura, agarrada por duas pernas com força. Cobain estava sentado numa mesa. Entregou-se ao beijo, mesmo assim, abraçando-o, deslizando as mãos pelas costas dele.

- Kurt... Não é estranho fazermos isso aqui?

O guitarrista lambeu de leve o queixo do amante:

-Não é esse o lugar mais propício para dois músicos se divertirem?...  
Dave riu, enfiando os dedos dentro do cós das calças do companheiro.  

-Vem... sussurrou o louro, com luxúria.

O baterista obedeceu. Sim, meu amo e senhor, sim. Cobain gemia sem parar, repetindo vem, vem, vem, como um mantra, extasiado e submisso, só de camiseta, a boca molhada de suor.  

Grohl deu um pulo do sofá, sentindo algo se mexer dentro de si só com a lembrança das coxas brancas separadas e do guitarrista ansioso. Ansioso, ajoelhado, trêmulo, mas nunca submisso. Kurt parecia estar sendo servido por algum escravo bem treinado. E Dave nem poderia afirmar, com certeza, se estava sendo bem servido. Bom, o guitarrista nunca reclamara. 

-s-s-s—s-s-s-

Então, eu decidi. Decidi que vou sair desta casa, deste inferno de solidão, onde tudo que eu faço é me sentir sozinho e te amar sozinho. Se você não me quiser, e talvez não me queira, e nem posso obrigar que me queira, eu vou morar em algum lugar qualquer, junto com a minha filha. Não posso deixá-la sozinha com a louca da Courtney.

“É estranho que eu queira ir morar contigo? É um pequeno grande sonho que eu acalento há muito tempo. Isso tudo porque eu te amo. E eu quase morro quando você me segura, e me morde... Meu coração parece parar, de tanto que pula. Dói tanto pensar que eu sou, para você, só uma diversão, só um corpo que se oferece e se deixa tomar, não é?

“Mas metade de mim acredita piamente, como uma menininha apaixonada, que não é assim que você pensa. Que, quando você me toma, com toda aquela fome que eu sinto dentro de mim, você me ama secretamente, e não tem coragem de se declarar.”

Aborrecida, Courtney abandonou os papéis que lia para atender ao bebê que chorava. E esperou, pacientemente, até a criança sentir-se satisfeita de alimento, para retomar a leitura das folhas malditas.

“Eu sei, Dave, que não parece que é verdade o que eu estou te dizendo, porque eu nunca demonstrei nada mas é a mais pura verdade. Eu te amo desesperadamente, e, mais do que isso, fico louco só de cogitar a ideia de você enjoar de mim.

“E eu queria que você soubesse disso, e foi por isso mesmo que escrevi essa carta, porque falar é tão difícil e tão doloroso e eu tenho medo que você me interprete mal, mas talvez escrever seja pior, não é?”

E Love parou nessa parte, dando uma gargalhada cínica. É mesmo, Kurt, é pior mesmo. Conteve o impulso de fazer um carinho no cabelo dele.

-Você está lindo, meu querido...

Realmente, se não fosse o sangue que ainda escorria do ferimento na têmpora, podia-se dizer que Cobain simplesmente dormia. A mulher, ainda sorrindo, queimou a carta que acabara de ler, jogando as cinzas na privada.

-Eu sou uma menina má, Kurt. Aquele seu namoradinho vai achar pra sempre que você não gosta dele, e a culpa é minha.

Gargalhou de novo.

-E agora, querido, todo o mundo vai pensar que você se matou. Que maldade, né? Tadinhos de vocês.

Ajeitou o bebê no carrinho.

-Nós vamos passear, mas papai vai ficar em casa. Diga tchau para o papai... Vamos demorar a vê-lo de novo... No inferno.

A criança achou que o pai realmente dormia e balançou as mãozinhas em despedida.

-Tau, papai.

Courtney saiu, rindo, vingada finalmente da traição.

-c-c-c-c-c-

Então, deixem reviews, comentários, likes, divulguem no facebook, mostrem pra todo o mundo, deixem o planeta saber que eu existo.
Ou não.