Uma imensa mancha fulgurante caía breve no horizonte. Era o Sol, ou talvez fosse a lua? Medo. Tive medo, mas ele me abraçou, a ingênua gratidão de amar incessantemente, como se pecasse. E seus pecados, inocentes, me faziam confiar nele, como se fosse essa a minha última esperança. E talvez eu tenha sorrido, porque eu o amava. Talvez eu tivesse morrido, foi meu último desejo. Morrer de amor, até que não haja mais claridade no céu, até que eu queira esquecer o que me aconteceu.
Fujam, fujam. O incompleto está logo ali, tão perto como nós mesmos, mergulhados na nossa própria incerteza. Morremos devagar, porque não temos coragem de fazer rapidamente. Morremos rápido, mas porque não temos condições de evitá-lo.
Abracei-o mais forte, como se fosse a última vez. E era, era o meu fim. Mas não o nosso, ele permaneceria ali, tão igual como sempre fora. Quem morreria seria eu, pela metade.
Escolha uma continuação para isso:
http://confissesdeumabakaautoradeyaoi.blogspot.com/2010/04/narusasu.html
http://confissesdeumabakaautoradeyaoi.blogspot.com/2010/04/shikaneji.html
http://confissesdeumabakaautoradeyaoi.blogspot.com/2010/04/nos.html
segunda-feira, 5 de abril de 2010
ShikaNeji

Nos beijamos pela última vez, enlouquecidos, enosmesmados, se é que essa palavra existe. Faça-me feliz, era o que eu queria dizer.
Mas não disse, não pude. Meu corpo tremia, sentindo aquela boca macia me violar o ventre.
Seremos nós dois, mas seremos inteiros, mas seremos nossos. Nossa própria experiência, nossa própria saudade. Saudade de nós, há um minuto, saudade do que seremos, únicos, inteiros, nós.
..
Nós te amamos, Shikamaru. Nós me amamos, a mim, Neji Hyuuga. Somos tão dois quanto somos eu, quanto somos tu. E nós dois me despimos, nós dois me entregamos a ti.
Beija-me mais, beijos te mais. Nos beijemos mais, Shikamaru que também sou eu.
Nós me pomos de quatro, não sei se és tu que me ergues, se sou eu que me ergo, o que acontece.
O fato é que teus beijos me penetram, mas parece que é a minha própria boca.
Quando finalmente te tive (nos tive) dentro de mim, um grito me abandonou, e os nossos movimentos me fizeram (nos fizeram) ver galáxias.
E o fim nos levou, ainda não sei pra onde, nem sei se nos trará de volta.
A nós dois.
NaruSasu

Enlaçou meu corpo, me abraçou. Não, não vás, disse. Eu precisava ir, ele sabia. Sabe, aliás. Não respondi, porque fomos nós dois que quiséramos assim, separados mas unidos, juntos até o fim, e no fim nos uniríamos, mas por um segundo, porque tudo acabaria então, e seria o nada.
Mas ele queria que estivéssemos separados porém juntos por mais tempo, me abraçava, não ia me soltar. Me deixa ir, Naruto, falei. Mas eu te amo, ele replicou. Deixou dois pontos quentes no meu ombro, beijou meu pescoço devagar, e continuou ali.
Eu também te amo, continuei, mas tenho de ir. Me solta, Naruto. Não, ele disse, vou te colar a mim, me fazer parte de ti, fazer-te parte de mim, te beijar até morrermos. Estaremos juntos, não mais porém separados. Estaremos juntos.
Já somos partes um do outro, Naruto. Já nos beijamos, fizemos tudo que tínhamos de fazer. Sentimos medo, sentimos amor. Mesmo separados, estaremos unidos.
Chega de mesmo, de porém, de mas. Vamos ser, nós dois, um só.
Me deixei levar, porque, afinal, eu queria ir. Não sei se com ele, mas queria que ele fosse comigo.
Mas eu ainda disse mas, e o abandonei, assim que o Sol raiou.
Nós

Quis me fazer dormir. Eu não tinha sono. Beijou minha testa. Amanhã isso vai acabar, falou baixo. Eu mal pude ouvir, sequer entender. Falara confuso, como se ele mesmo não acreditasse no que dissera. Eu vou ter o meu fim, e vai ser esta noite, disse-lhe eu. Mas ele apenas sorriu, sabia que eu ainda delirava, as ternas entranhas de mim foram se acalmando, conforme ele cantava baixo, muito baixo, até onde o ouvido humano não poderia captar, ele conseguia falar.
Erramos juntos, falei. Ele não ouviu, ou não me entendeu.
Amanhã, quando eu acordar, tu vais tar comigo, voltei a indagar. Dessa vez ele ouviu, parou até de cantar. E respondeu numa outra língua, não entendi palavra, acho que eu não quis.
Dorme, Eli, disse depois, e eu apaguei por fim. Acordaria outra, ou não acordaria.
domingo, 4 de abril de 2010
Feliz Páscoa

Eu sou hipócrita. Eu não quero que ninguém tenha uma feliz páscoa. Tou me lixando pra vocês. É sério mesmo.
Fabio - Ma aconteceu aLguma coisa?
Eli - Não. u¬u
Fabio - Tens certeza?
Eli - Tenho. O colorado ganhou de quatro a zero.
Fabio - Hn.
Jessie - Mas o Figueira empatou e os vizinhos ficaram tocando música emo a tarde toda.
Fabio - IssO none.
Jessie e Eli - Como não?
Fabio - AquelO none é música.
Sábias palavras. Sábias.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Extra!

Eu descobri como sintetizar um gaúcho:
1. Pegue um catarina do Oeste.
2. Leve-o pra Floripa
3. Misture-o com os manezinhos, sem exagero.
4. Pronto! Você terá um gaúcho perfeito! - Tirando o fato de que ele vai se inclinar para o Avaí ou o Figueira, mas gaúchos também podem torcer para esses times.
Prova viva: Andy Niichan Gremista, para conhecê-la, clique aqui.
P.s; Gaúchos, desculpem, mas eu não podia perder a Piada. xD
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Só Hoje

Fic yaoi dedicada ao primeiro que comentar.
Só hoje
-Aê, cachorro!
Kiba praticamente rosnou:
-Cachorro uma ova, sua anta!
Naruto só riu:
-Seu burro!
O Inuzuka estava ficando bravo:
-Cala a boca, sua besta!
-Feio!
-Tonto!
E os xingamentos iam se cobrindo, Kiba ficando inacreditavelmente vermelho (de raiva), quase pronto pra cair de unhas e dentes no colega e Naruto rindo, como se o Inuzuka furioso fosse a coisa mais cômica do mundo.
O cachorro já estava de saco cheio. Pô, desde de manhãzinha! Esse *$#@!& não parava de xingá-lo! E olha que já era noite alta.
Depois de palavrões impublicáveis, Kiba berrou a plenos pulmões:
-EU TE ODEIO!
O Kyuubi completou:
-Eu também! – e depois, chegando bem perto do ouvido do amigo, soprou: - Primeiro de Abril.
Kiba não conseguiu reagir. Naruto era mesmo um delicioso mentiroso.
-x-x-x-
Aê, pessoal! Como vão?!
Feliz Primeiro de Abril! (e não é mentira). E feliz Páscoa!
Não deixem reviews! (é mentira, tá?!)
Assinar:
Postagens (Atom)