Bom, lembram do meu professor gremista? Hoje eu fui pra aula na maior cara lavada, e - pasmem - sem saber o resultado do jogo. Sentei na frente - como é meu costume - e ainda revirei a sala pra pegar a cadeira de canhoto, o meu xodó. (Se tirarem ela da sala eu mordo!)
Depois eu perguntei pra ele se o texto dos Cânones era pra hoje. Era, ele disse. Pra hoje e pra semana que vem. Aí eu falei pra ele que tinha me confundido, trocado as matérias. Depois ele disse que era normal, é um momento glorioso para o meu time, é normal me confundir, ele me perdoava, só não perdoava o Colorado.. Eu só ri sem jeito. Não disse nada, nem tinha o que dizer. Nem sabia o que dizer. E no final da aula ele disse que "com a vitória de ontem, tudo ficou mais fácil."
Não aguentei de curiosidade. No intervalo, corri rapidinho pra sala de informática. 2 a 1 pra nós.E fora de casa, em Guadalajara (eu acho o nome lindo!). O Ínter massacrou o adversário, o gol deles saiu de bobeira, dizia o GloboEsporte. De gol de bobeira eu não gosto nem um pouco, mas o massacrou ali me soa tão bem!
E semana que vem tem mais. Um empate basta. Perder de um gol de diferença vai pros pênaltis. Dois, a gente já era. Mas temos que ganhar!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Início
Hoje, começaram as minhas aulas. Eu tinha me esquecido como era ruim ter três aulas seguidas de teoria literária. Que saaaaaco!
E o professor ainda é gremista e avaiano. Eu fui com a camisa do Ínter! (tou lascada, velho) Ele disse "com essa camisa, não entra". Óbvio que tava zoando. Mas...
Só preciso me lembrar de não ir às aulas dele com a camisa do Figueira.
E o outro professor ficou me chamando de Rosário. Será que eu tenho cara disso? 0.o
Que sooooono!
domingo, 8 de agosto de 2010
Odeio!
Bom, povo, depois que eu refiz meu orkut, eu descobri um novo prazer: entrar em comunidades do tipo "eu odeio fulano", "odeio a banda tal" pra avacalhar com os fãs retardados que ficam entrando pra defender os seus "divos" - detalhe, essa palavra NÃO é xingamento ou ironia. É sério!
Bom, estou em algumas comunidades desse tipo - não dá pra entrar em todas - e cheguei a algumas conclusões:
1. TODOS os fãs vêm com o argumento "vocês morrem de inveja do fulano". Como se bom gosto e inveja fossem sinônimos.
2. Mais de 90% dos fãs são analfabetos, alguns nem o nome do ídolo sabem escrever.
3. Os deuses do metal estão do nosso lado:

(observe a quantidade de membros. Só pode ser um sinal!)
Visitem meu orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7945566877905773911
Bom, estou em algumas comunidades desse tipo - não dá pra entrar em todas - e cheguei a algumas conclusões:
1. TODOS os fãs vêm com o argumento "vocês morrem de inveja do fulano". Como se bom gosto e inveja fossem sinônimos.
2. Mais de 90% dos fãs são analfabetos, alguns nem o nome do ídolo sabem escrever.
3. Os deuses do metal estão do nosso lado:
(observe a quantidade de membros. Só pode ser um sinal!)
Visitem meu orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7945566877905773911
sábado, 7 de agosto de 2010
Futibas de novo
Bom, como essa semana tanto o Colorado quanto o Figueira me deram grandes alegrias (o Ínter eliminou o San Pablo da Libertadores e o Figueira ganhou de CINCO a um!!!) eu publico um amontoado de besteiras que escrevi no meu momento de maior euforia pelo Gigante.
Eu quero gritar aos quatro ventos, com toda a força dos meus pulmões, o quanto eu te amo.
Quero viver embalada nos teus braços esta semana, como se fosse a derradeira.
Quero, a cada instante, ter medo de te perder, para que o seguinte seja mais glorioso.
Quero respirar-te por cada poro, e, por cada um deles, transpirar o que não cabe em meu coração.
Quero que o pulsar de minhas veias seja forte o suficiente pra te erguer aos céus.
Quero dedicar-me a ti, para que o meu corpo possa, enfim, ser completo. Ser parte de ti.
Entrego-me a ti, minha alma, minha vida. Mas as quero de volta, para podê-las entregar novamente.
Aconchega-me, mas eu não quero que seja eterno, para que cada efêmero segundo seja o primeiro.
-x-x-x-
Posto isso na eterna esperança que um dia o Figueira me deixe tão empolgada e feliz.
Eu quero gritar aos quatro ventos, com toda a força dos meus pulmões, o quanto eu te amo.
Quero viver embalada nos teus braços esta semana, como se fosse a derradeira.
Quero, a cada instante, ter medo de te perder, para que o seguinte seja mais glorioso.
Quero respirar-te por cada poro, e, por cada um deles, transpirar o que não cabe em meu coração.
Quero que o pulsar de minhas veias seja forte o suficiente pra te erguer aos céus.
Quero dedicar-me a ti, para que o meu corpo possa, enfim, ser completo. Ser parte de ti.
Entrego-me a ti, minha alma, minha vida. Mas as quero de volta, para podê-las entregar novamente.
Aconchega-me, mas eu não quero que seja eterno, para que cada efêmero segundo seja o primeiro.
-x-x-x-
Posto isso na eterna esperança que um dia o Figueira me deixe tão empolgada e feliz.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Memorie 3
Tava o Fabio sentado tranquilamente num sofazinho do lado da sala do Dumbledore, esperando as duas fofoqueiras terminarem de se entender e cantando baixinho alguma coisa quando o professor de poções passa e vê o rapaz.
Snape: quem é você e o quê faz aqui?
Fabio (se assusta) - Io?
Snape (retira sua varinha de dentro do sobretudo): É, você.
Com aquele pau apontado pra ele, é óbvio que o coitado ficou nervoso, e começou a falar italiano.
Fabio - Eu não vim fazer nada de mal, eu só...
Snape se põe em posição de ataque: Responda rapaz o quê quer em Hogwarts?
Fabio - Eu só vim acompanhar a minha namorada! (quando ele fala certo é porque tá falando italiano )
Snape - Vamos, fale! (a varinha já tava brilhando)
Fabio - Eu vim acompanhar a Eli!
Para sorte de Fabio, ou não, Minerva apareceu.
Minerva: O que está acontecendo aqui? Professor Snape guarde sua varinha.
Snape: Professora Minerva (recolhendo a varinha), pode me explicar o quê um trouxa faz aqui?
Fabio (agora menos apavorado) - Io non sonno trossa!
Minerva: não interfira rapaz! Severos, ele é companheiro da irmã da senhorita Kiyamada...
E o professor o quê está fazendo aqui?
Snape: Vim falar com o Dumbledore... Assuntos particulares.
Minerva: Volte mais tarde, Severos...
E o Fabio olhando pros dois discutirem. O que fizera pra ser chamado de trouxa?
Snape dá uma última olhada para o rapaz e se retira, era só o que faltava em Hogwarts, um trouxa, pensava consigo mesmo.
Fabio - molto obrigato.
Minerva: Não agradeça, só tome cuidado, estamos numa escola de bruxos, trouxas não são bem-
vindos
Fabio - Per ché mi samano di trossa aqui?
Minerva: Todos que não são bruxos, alquimistas ou ligados de algum modo ao mundo dos bruxos são chamados de trouxas
Fabio - E per ché?
A porta se abriu.
Eli (olha feio pra Minerva) - Que carinha de assustado é essa, Fabio?
Graziele olha para os dois sem entender nada.
Minerva: Vim avisar que não precisa ir as aulas hoje, tem a minha permissão para conhecer
sua família (e se transforma em gato e sai)
Graziele: Obrigada (abaixa a cabeça)
Fabio (vê a mulher virando um gato e faz uma cara mais assustada ainda)
Graziele: não se assuste, a Minerva gosta de andar assim pelos corredores, assim ela sempre vê o que os alunos fazem.
Fabio - Nunca mai vou confiá in cati
Graziele rindo...
Eli - Férias hoje! Vamos conhecer Hogwarts!
Graziele: vamos, só tomem cuidado aonde pisam e no que encostam
Eli - ouvisse, Fabio?
Fabio - Io non tô gostando di questo.
Graziele: Elizia essa é a minha varinha, sabe, só existe uma para cada bruxo
Eli - E a gente troca de kunai toda semana.
Graziele: o que é isso?
Eli - Isso. (tira uma do bolso) E os meus shurikens
Graziele: legal, mas prefiro minha varinha (aponta para Fabio)
Fabio - Questo zà tà mi assustando!
Graziele: relaxa, não pretendo lhe lançar nenhum feitiço...
Fabio - O cara fea queria.
Graziele: quem?
Fabio - Severo, la mulier cato samou.
Graziele: O professor Snape... Toma cuidado com ele, por mais que o diretor confie nele, algo me diz que ele não é coisa boa, mas ensina poções como ninguém (da um sorriso e os ombros)
Fabio - Onde io mi meti quando saí della Italia... Lá era buono...
Eli - Ah, sei, tu não gosta mais de mim...
Fabio - È per questo mesmo ché io ainda to aqui!
Graziele rindo
Eli - Ele não é um fofo?
Graziele: Muito. Agora vem, vamos até minha casa. Tenho que deixar esse livros antes de
lhe mostrar a escola.
Eli - Tá bem.
Indo na direção das casas Graziele encontra o Fantasma de sua casa
Graziele: Bom dia senhor Nicolas (diz cordialmente)
Nicolas: Bom dia, Graziele.Quem são?
Graziele: essa é minha irmã, Elizia e o seu namorado, Fabio.
Nicolas retira parcialmente a cabeça: prazer
Fabio - Questo è um sogno, parla pra me ché questo è uno sogno!
Eli - Ele tá ficando branco.
Nicolas: Não é um sonho não rapaz, mas a senhorita não deveria estar em aula?
Graziele: a professora Minerva me dispensou. Tchau, seu Nicolas
Eli - Calma, Fabio, calma. Respira. Isso. Tu já enfrentasse coisas muito maiores.
Fabio - Quelli dragone erano animaçone!
Nicolas: Tchau e muito prazer (retira parcialmente a cabeça de novo e desaparece)
Graziele: ele está bem Elizia?
Eli - Não, não está. Mas ele vai se acostumar. Vai ter.
Graziele: vem, já chegamos à porta do salão. (olha para quadro da mulher gorda)
Mulher gorda: Qual é a Senha?
Graziele: Cabeça de Dragão
Fabio - Io non vou parlare mai nada.
Eli - Isso, fica tranquilo, eu tou aqui.
Mulher do quadro: Entrem... Trouxas...
Graziele entra rindo.
Eli - Tu precisava ver ele quando o Naruto usou o Kagebushin. Precisamos dar calmante.
Graziele: o quê fez o quê? Desculpe, mas não entendo muito do mundo dos trouxas nem do mundo dos ninjas.
Eli - Ah, é um jutsu em que tu se multiplica em vários. Tinha uns 15 aquele dia.
Graziele: ah, entendi. Gostaria de água Fabio?
Fabio - La áqua parlla?
Graziele: não!
Fabio - Late?
Graziele: não, é só água! Quer ou não quer, Fabio? (fala enquanto põe seu livros em cima da mesa)
Fabio - Si non fizer nada strano, quero.
Graziele pega sua varinha e mira em um copo que está ao lado de Fabio: Uolo Aquam! (mexe a varinha e sacode)
Graziele: pronto, do seu lado tem um copo cheio
Fabio - Mazia... De novo?
Graziele olha interrogativamente: Queria que eu pegasse água como?
Fabio - Como totto mundo.... Na torneira.
Graziele (olhar de arrependimento): Desculpa
Fabio - Si tu mi garantir ché questo non vai pular em mia cara, io bebo
Graziele rindo: relaxa, esse é só uma invocação simples, não um feitiço
Fabio - Invocaçon?
Eli - Não fala isso!
Graziele: por quê?
Fabio - Io perdi la sede. Vomo?
Graziele olha sem entender nada
Eli - Vamos. (baixinho pra Grazi) Depois explico.
Graziele dá os ombros: tá (sem nem perceber segura na mão da Elizia), vem quero lhe mostrar a quadra de quadribol
Vão.
Graziele olha para trás: Cuidado com as escadas, elas mudam toda hora
Fabio - Hain?
Eli - Fecha os olhos e segura na minha mão.
Assim eles foram até o salão de quadribol onde estava havendo um treino da Grifinória por coincidência.
Eli - Pode abrir os olhos agora, Fabio.
Fabio - Io non vou ver alguno monstro?
Grazi: essa é a quadra de quadribol Elizia.
Eli - Pelo que ouvi falar, é um jogo bem violento.
Grazi: ah, pouca coisa, alguns braços quebrados, luxações, comas, nada de muito grave (fala com a maior naturalidade do mundo)
Fabio - E parlano ché futebole non presta.
Graziele: Minerva comentou comigo uma vez que no mundo dos trouxas é um esporte muito popular esse futfutfuteeeefutebol
Eli - ô. Tem gente que mata por causa disso.
Fabio - Pensando bene, questo quadribole non é ton ruim assim.
Assim que Fabio acabou de falar um dos rebatedores despencou de sua vassoura, caiu com
tudo no chão e sendo socorrido pela enfermaria
Fabio - Si non voasseno...
Grazi: Vem gente, quero apresentar vocês pro Hagrid.
(continua...)
Snape: quem é você e o quê faz aqui?
Fabio (se assusta) - Io?
Snape (retira sua varinha de dentro do sobretudo): É, você.
Com aquele pau apontado pra ele, é óbvio que o coitado ficou nervoso, e começou a falar italiano.
Fabio - Eu não vim fazer nada de mal, eu só...
Snape se põe em posição de ataque: Responda rapaz o quê quer em Hogwarts?
Fabio - Eu só vim acompanhar a minha namorada! (quando ele fala certo é porque tá falando italiano )
Snape - Vamos, fale! (a varinha já tava brilhando)
Fabio - Eu vim acompanhar a Eli!
Para sorte de Fabio, ou não, Minerva apareceu.
Minerva: O que está acontecendo aqui? Professor Snape guarde sua varinha.
Snape: Professora Minerva (recolhendo a varinha), pode me explicar o quê um trouxa faz aqui?
Fabio (agora menos apavorado) - Io non sonno trossa!
Minerva: não interfira rapaz! Severos, ele é companheiro da irmã da senhorita Kiyamada...
E o professor o quê está fazendo aqui?
Snape: Vim falar com o Dumbledore... Assuntos particulares.
Minerva: Volte mais tarde, Severos...
E o Fabio olhando pros dois discutirem. O que fizera pra ser chamado de trouxa?
Snape dá uma última olhada para o rapaz e se retira, era só o que faltava em Hogwarts, um trouxa, pensava consigo mesmo.
Fabio - molto obrigato.
Minerva: Não agradeça, só tome cuidado, estamos numa escola de bruxos, trouxas não são bem-
vindos
Fabio - Per ché mi samano di trossa aqui?
Minerva: Todos que não são bruxos, alquimistas ou ligados de algum modo ao mundo dos bruxos são chamados de trouxas
Fabio - E per ché?
A porta se abriu.
Eli (olha feio pra Minerva) - Que carinha de assustado é essa, Fabio?
Graziele olha para os dois sem entender nada.
Minerva: Vim avisar que não precisa ir as aulas hoje, tem a minha permissão para conhecer
sua família (e se transforma em gato e sai)
Graziele: Obrigada (abaixa a cabeça)
Fabio (vê a mulher virando um gato e faz uma cara mais assustada ainda)
Graziele: não se assuste, a Minerva gosta de andar assim pelos corredores, assim ela sempre vê o que os alunos fazem.
Fabio - Nunca mai vou confiá in cati
Graziele rindo...
Eli - Férias hoje! Vamos conhecer Hogwarts!
Graziele: vamos, só tomem cuidado aonde pisam e no que encostam
Eli - ouvisse, Fabio?
Fabio - Io non tô gostando di questo.
Graziele: Elizia essa é a minha varinha, sabe, só existe uma para cada bruxo
Eli - E a gente troca de kunai toda semana.
Graziele: o que é isso?
Eli - Isso. (tira uma do bolso) E os meus shurikens
Graziele: legal, mas prefiro minha varinha (aponta para Fabio)
Fabio - Questo zà tà mi assustando!
Graziele: relaxa, não pretendo lhe lançar nenhum feitiço...
Fabio - O cara fea queria.
Graziele: quem?
Fabio - Severo, la mulier cato samou.
Graziele: O professor Snape... Toma cuidado com ele, por mais que o diretor confie nele, algo me diz que ele não é coisa boa, mas ensina poções como ninguém (da um sorriso e os ombros)
Fabio - Onde io mi meti quando saí della Italia... Lá era buono...
Eli - Ah, sei, tu não gosta mais de mim...
Fabio - È per questo mesmo ché io ainda to aqui!
Graziele rindo
Eli - Ele não é um fofo?
Graziele: Muito. Agora vem, vamos até minha casa. Tenho que deixar esse livros antes de
lhe mostrar a escola.
Eli - Tá bem.
Indo na direção das casas Graziele encontra o Fantasma de sua casa
Graziele: Bom dia senhor Nicolas (diz cordialmente)
Nicolas: Bom dia, Graziele.Quem são?
Graziele: essa é minha irmã, Elizia e o seu namorado, Fabio.
Nicolas retira parcialmente a cabeça: prazer
Fabio - Questo è um sogno, parla pra me ché questo è uno sogno!
Eli - Ele tá ficando branco.
Nicolas: Não é um sonho não rapaz, mas a senhorita não deveria estar em aula?
Graziele: a professora Minerva me dispensou. Tchau, seu Nicolas
Eli - Calma, Fabio, calma. Respira. Isso. Tu já enfrentasse coisas muito maiores.
Fabio - Quelli dragone erano animaçone!
Nicolas: Tchau e muito prazer (retira parcialmente a cabeça de novo e desaparece)
Graziele: ele está bem Elizia?
Eli - Não, não está. Mas ele vai se acostumar. Vai ter.
Graziele: vem, já chegamos à porta do salão. (olha para quadro da mulher gorda)
Mulher gorda: Qual é a Senha?
Graziele: Cabeça de Dragão
Fabio - Io non vou parlare mai nada.
Eli - Isso, fica tranquilo, eu tou aqui.
Mulher do quadro: Entrem... Trouxas...
Graziele entra rindo.
Eli - Tu precisava ver ele quando o Naruto usou o Kagebushin. Precisamos dar calmante.
Graziele: o quê fez o quê? Desculpe, mas não entendo muito do mundo dos trouxas nem do mundo dos ninjas.
Eli - Ah, é um jutsu em que tu se multiplica em vários. Tinha uns 15 aquele dia.
Graziele: ah, entendi. Gostaria de água Fabio?
Fabio - La áqua parlla?
Graziele: não!
Fabio - Late?
Graziele: não, é só água! Quer ou não quer, Fabio? (fala enquanto põe seu livros em cima da mesa)
Fabio - Si non fizer nada strano, quero.
Graziele pega sua varinha e mira em um copo que está ao lado de Fabio: Uolo Aquam! (mexe a varinha e sacode)
Graziele: pronto, do seu lado tem um copo cheio
Fabio - Mazia... De novo?
Graziele olha interrogativamente: Queria que eu pegasse água como?
Fabio - Como totto mundo.... Na torneira.
Graziele (olhar de arrependimento): Desculpa
Fabio - Si tu mi garantir ché questo non vai pular em mia cara, io bebo
Graziele rindo: relaxa, esse é só uma invocação simples, não um feitiço
Fabio - Invocaçon?
Eli - Não fala isso!
Graziele: por quê?
Fabio - Io perdi la sede. Vomo?
Graziele olha sem entender nada
Eli - Vamos. (baixinho pra Grazi) Depois explico.
Graziele dá os ombros: tá (sem nem perceber segura na mão da Elizia), vem quero lhe mostrar a quadra de quadribol
Vão.
Graziele olha para trás: Cuidado com as escadas, elas mudam toda hora
Fabio - Hain?
Eli - Fecha os olhos e segura na minha mão.
Assim eles foram até o salão de quadribol onde estava havendo um treino da Grifinória por coincidência.
Eli - Pode abrir os olhos agora, Fabio.
Fabio - Io non vou ver alguno monstro?
Grazi: essa é a quadra de quadribol Elizia.
Eli - Pelo que ouvi falar, é um jogo bem violento.
Grazi: ah, pouca coisa, alguns braços quebrados, luxações, comas, nada de muito grave (fala com a maior naturalidade do mundo)
Fabio - E parlano ché futebole non presta.
Graziele: Minerva comentou comigo uma vez que no mundo dos trouxas é um esporte muito popular esse futfutfuteeeefutebol
Eli - ô. Tem gente que mata por causa disso.
Fabio - Pensando bene, questo quadribole non é ton ruim assim.
Assim que Fabio acabou de falar um dos rebatedores despencou de sua vassoura, caiu com
tudo no chão e sendo socorrido pela enfermaria
Fabio - Si non voasseno...
Grazi: Vem gente, quero apresentar vocês pro Hagrid.
(continua...)
Dublinenses
Estou lendo Joyce. Não, eu não acabei. E, no andar da carruagem, nem vou.
São vários contos, com personagens diferentes com o mesmo nome.
No início até é legal, diferente. Mas, com a sucessão dos contos, dá vontade de ter pegado um livro fácil, com personagens facilmente distinguíveis, os bons são bons e os maus são maus, com grandes ambições, como dominar o mundo ou salvá-lo, e o final é sempre feliz, e tudo sempre dá certo.
Mas não. Os personagens não são bons nem maus, suas maiores ambições são dinheiro e um trago no meio do expediente. E nem tudo dá certo. E alguns nem final têm.
Joga na tua cara a banalidade do dia-a-dia, o Rei Arthur e o Harry Potter só existem em filmes, e as mulheres nem são tão bonitas.
Eu não aguento mais! E o livro que me espera, que eu tinha separado pra ler em seguida, é Maria Stuart, do Schiller. Eu devia ter pegado o Paulo Coelho.
São vários contos, com personagens diferentes com o mesmo nome.
No início até é legal, diferente. Mas, com a sucessão dos contos, dá vontade de ter pegado um livro fácil, com personagens facilmente distinguíveis, os bons são bons e os maus são maus, com grandes ambições, como dominar o mundo ou salvá-lo, e o final é sempre feliz, e tudo sempre dá certo.
Mas não. Os personagens não são bons nem maus, suas maiores ambições são dinheiro e um trago no meio do expediente. E nem tudo dá certo. E alguns nem final têm.
Joga na tua cara a banalidade do dia-a-dia, o Rei Arthur e o Harry Potter só existem em filmes, e as mulheres nem são tão bonitas.
Eu não aguento mais! E o livro que me espera, que eu tinha separado pra ler em seguida, é Maria Stuart, do Schiller. Eu devia ter pegado o Paulo Coelho.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Anjo

Quando está escuro, quando a noite não passa, e as estrelas somem, e as luzes estão apagadas, e ninguém olha pra ele, Gaara fecha os olhos e se abraça bem forte.
Gaara fecha os olhos, se abraça bem forte, e ora.
Gaara ora, ora, ele reza.
Mas Gaara nunca aprendeu a rezar. Quem ensinou Gaara a rezar?
Quem poderia achar que Gaara precisava rezar, se todos achavam que Gaara era um monstro e monstros não precisam rezar.
E Gaara não acredita em Deus.
Gaara reza pra quem, então, Gaara?
Gaara reza para um anjo, o anjo que ensinou Gaara a rezar.
Gaara une as mãos, Gaara aperta as duas bem uma na outra.
Volta pra mim, por favor.
E o anjo também reza por ele, do outro lado do mundo.
Naruto, volta pra mim, por favor...
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